quarta-feira, junho 30, 2010

Legendários interrompem palestra do TAS em BH


O Legendário Marcelo Marrom, o SuperTição interrompeu a palestra do Marcelo TAS em Belo Horizonte, MG, na última 4ª feira dia 23. Ele queria que Marcelo TAS fizesse o "Ombrinho, ombrinho, ombrinho WHATEVER. Semana passada foi exibido um quadro no programa Legendários onde o mesmo Super-Herói tentava contato com Marcelo TAS sem sucesso.







O que será que eles querem pretendem com esta ação? Um tipo de aval? Um rótulo? Uma benção? E você caro leitor, o que acha disso?

Créditos a Janayna Campos que gravou a ownada do TAS pra gente.

Fonte Portal Vooz

Update

Tive que dar o update para postar isso
Blog da Fabiola Reipert: Legendários usa CQC para aparecer e leva fora de Tas

Diretor de Hebe Camargo tomou as dores de brincadeira do CQC

O diretor do programa "Hebe", do SBT, Ariel Jacobowitz, tomou as dores da apresentadora Hebe Camargo que, nesta segunda-feira, dia 28, ficou em primeiro lugar no quadro "Top 5" no "CQC", da Band. A atração de Marcelo Tas insinuou que Hebe havia perdido a dentadura ao cumprimentar Claudia Leitte, durante o programa gravado no último dia 7. Jacobowitz, no entanto, diz que a apresentadora perdeu o brinco direito. O diretor postou no Twitter a foto de Hebe, momentos depois do apresentado pelo "CQC", com uma das orelhas sem o brinco. "O engraçado é o efeito que a imagem deu, porque a Hebe se abaixa, mas foi o brinco do lado direito que soltou", escreveu. Ariel Jacobowitz também elogiou a perspicácia da equipe do programa da concorrência. "Eles mandaram bem pois pegaram um superdetalhe. Parabéns ao 'CQC'".

Fonte: TitiNet

terça-feira, junho 29, 2010

Corregedoria da GCM de São Bernardo irá apurar agressão a Danilo Gentili

Danilo Gentili: "Se eles fazem isso com duas câmeras gravando, imagina o que não fazem com um anônimo?" 


O Secretário de Segurança Urbana e Comandante da Guarda Civil de São Bernardo, Benedito Mariano, classificou como "desinteligente" a atuação dos guardas no incidente. O secretário também disse que a Corregedoria Geral da Guarda Civil abrirá um processo de apuração para avaliar a ação da corporação no caso.

A Corregedoria ainda fez um requerimento à Band, solicitando a íntegra das imagens gravadas durante a confusão. "A matéria que foi ao ar foi muito editada. É a partir da íntegra das imagens que poderemos tirar uma conclusão concreta sobre o caso", afirmou Mariano.


Danilo Gentili afirma ter sofrido agressão por policiais durante a gravação do quadro "Proteste Já" do "CQC" da Band, na terça passada, 22. A confusão se deu com a Guarda Civil Metropolitana (GCM) da cidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. O quadro foi ao ar na noite de ontem.

Após conversar com todos os entrevistados, a equipe se dirigia para fora de uma escola quando foi abordada por cinco guardas municipais, que diziam que eles não poderiam sair do local, e que seriam levados à delegacia. "Até então eu estava rindo, levando na brincadeira. Mas depois que eles me puxaram para dentro da escola de novo começaram a agir com truculência, torcendo o meu braço", afirmou o humorista. Segundo ele, a agressão deixou marcas: "Fiquei uns dois dias sentindo dores para dormir."

O bate-boca durou cerca de uma hora, e até o Diretor da Guarda Civil de São Bernardo chegou até o local, e acompanhou os envolvidos na confusão até o 3º Distrito Policial da cidade. O humorista foi detido, mas acabou liberado no mesmo dia.

Os integrantes da GCM afirmam que foram desacatados, e por isso deram voz de prisão. Gentili reconhece que xingou os guardas, mas só depois que o empurraram para dentro da escola. "Mesmo assim, isso ainda é abuso de autoridade", justifica.

O humorista e a Rede Bandeirantes estudam maneiras de processar a GCM de São Bernardo. "Mexer com a Justiça é sempre um saco, mas, dessa vez, não vou deixar passar."




AUDIÊNCIA

O "CQC" que foi ao ar ontem registrou 7 pontos de média audiência. Além da matéria de Danilo Gentili, o programa também contou com a cobertura da Copa Mundial de Futebol e um "CQTeste" com participação do cantor Caetano Veloso.

Gentili afirma que "ficou feliz com a audiência, porque o trabalho foi legal". "Nós fomos fazer uma denúncia mas acabamos fazendo duas."

Esta a segunda vez que o programa atinge essa marca - a primeira foi em 2008. O resultado deixou a Band em segundo lugar no Ibope, atrás apenas da TV Globo. "A gente já vinha tendo boas audiências nas últimas semanas. Desde o começo do ano já prevíamos que, com a Copa, teríamos um programa forte", disse o humorista.

Uma das características do "CQC" é a sua forte repercussão na internet, especialmente no Twitter. Ontem, durante a transmissão, o programa conseguiu se emplacar como um dos assuntos mundialmente mais comentados da rede social. "O melhor é que todo mundo nos defendeu, só vi um ou outro fazendo piada", comenta Gentili.

Fonte Estadão

Análise do CQC 102 - por Pedro Rech

O programa desta segunda-feira foi (piada infame em 3, 2, 1) legendário. O clima anárquico reinou supremo, como nos áureos tempos. Sem mais enrolação, vamos às considerações:



Pontos Altos: 
Começaremos pelo panteão de matérias da Copa do Mundo da África do Sul: o jogo Brasil x Portugal, o jogo Brasil x Chile (onde, para nossa sorte, a passionalidade de Andreoli foi novamente latente), a hilária matéria sobre o “Cala Boca Galvão”, a eliminação da Itália e toda a subseqüente ridicularização aos torcedores e equipe italiana, o jogo Argentina x México, e, por fim, a matéria que incluiu os jogos África do Sul x França e Uruguai x México, bem como ambas as entradas ao vivo. Surpreendentemente, desde o primeiro dia, as matérias da Copa têm contado com um elevado padrão de qualidade, tanto humorística quanto jornalística. Todos os méritos à Felipe Andreoli e Rafael Cortez.

Fora a Copa, podemos citar o “Controle de Qualidade”, que, apesar de excepcionalmente curto, não deixou de ser muito bom. Vale citar que Mônica Iozzi assumiu o posto de Danilo Gentili muito bem nesse quadro (se bem que, de fazer matérias regulares em Brasília como Mônica já andava fazendo para o “Controle de Qualidade” é uma distância pequena). E, vale citar também o meu conterrâneo e sempre genial deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), que conta com uma longa história de amor e ódio ao CQC que todos já conhecemos muito bem, e que em um novo capítulo dessa relação, admitiu ontem que simplesmente “não lê jornais”.

E agora, impossível deixar de lado o verdadeiro ponto alto do programa dessa semana, o “Proteste Já” sobre o barranco prestes a desabar sobre uma escola em São Bernardo do Campo, e da já muito discutida agressão que Danilo Gentili e a equipe do CQC sofreram na ocasião, bem como a ridícula reação do prefeito, o ilustre Luiz Marinho (PT), acusando Gentili de ter forjado os hematomas e de afirmar que não houve agressão. É incrível pensar que mesmo depois de três temporadas, esse tipo de coisa ainda aconteça.
Quem acompanha o CQC desde 2008 sabe muito bem que em praticamente todo o “Proteste Já” daquela época ocorriam situações semelhantes, especialmente pelo fato de o programa ainda não ser tão conhecido, assim as pessoas não tinha noção da repercussão que seus atos teriam com a audiência. Não ponho em discussão o fato de ser um óbvio abuso de autoridade e um perigoso resquício da ditadura, mas é, mais que isso, asneira por parte dos políticos realizarem esse tipo de ação justamente em um ano eleitoral. É a prova definitiva do que foi brilhantemente dito na abertura do épico programa No. 100, “o poder não só corrompe, mas emburrece”. A nossa sorte é que Luiz Marinho já pode dar adeus à sua vida política, a exemplo do inesquecível prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PMDB).


Cabe aqui também uma pequena análise das diferenças entre Rafinha Bastos e Danilo Gentili sob o manto do “Proteste Já”. Enquanto, por um lado, Rafinha fica realmente incomodado e indignado com os problemas apresentados, a impressão é que Gentili, como uma entidade superior, há muito já parou de se importar com esses problemas e quer apenas ver o circo pegar fogo, comparando grosseiramente, é quase como se Gentili fosse o Coringa. Nada de errado com isso, bem pelo contrário (afinal, é isso que torna Gentili um repórter político tão bom), mas dentro do “Proteste Já” essa aura fica destoante da seriedade do quadro, e é por isso que “Proteste Já” sem o Rafinha não é “Proteste Já”. Mas, por conflitos de agenda em razão do “A Liga”, é evidente que Rafinha necessita de um substituo eventual, e dentro da equipe do CQC, Gentili é o único que tem condições de agüentar o cargo.

Vale também citar o “A Semana Em Fotos”, que estava especialmente hilário, e o absoluto descontrole da bancada e da platéia, que deram uma dinâmica mais do que especial ao programa.



Pontos Intermediários: 
Claro, não poderia figurar em outro lugar o “CQTeste” com Caetano Veloso. As piadas internas envolvendo a atuação de Marco Luque nesse quadro ainda parecem estar funcionando, com a presença de Veloso ontem elas inclusive foram ampliadas, mas não posso precisar até quando essa performance funcionará. Fato é que a substituição temporária de Luque deu uma sobrevida ao quadro, mas, como sempre clamei, o “CQTeste” ainda é o câncer do CQC.

Fora isso, resta apenas citar o “Top Five”, que estava apenas razoável. Aliás, gostaria de protestar acerca de um fato envolvendo o “Top Five”. Em sua essência, o “Top Five” deveria exibir gafes e erros cometidos em programas de televisão, e não notícias excêntricas, que não são necessariamente um erro jornalístico ou técnico. A presença de meras notícias dentro do quadro já está se tornando sintomática (vejam bem, das cinco posições, essa segunda-feira nada menos do que três foram notícias). Mas, graças ao sensacional primeiro lugar ainda nos damos ao direito de perdoar a edição dessa segunda-feira por esse fator.


Pontos Baixo:
Impossível não citar a bizarra coletânea dos momentos mais idiotas da primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul. É, sem dúvida, uma idéia muito boa, mas, sinceramente, três segundos de matéria? Nem mesmo Rafinha Bastos pôde conter a surpresa, dizendo um audível “Mas já acabou?” na volta da matéria. Espero que a idéia não seja abandonada, mas uma micro-metragem dessas já é sacanagem.


NOTA: 8,5 
Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal:@pedroffr



O CQC teve picos de 9 pontos no Ibope e  ficou com média de 7 pontos ultrapassando a Record e o SBT e garantindo o 2º lugar na audiência.

Vereador agride repórter em frente as cameras


É galera não foi só o Danilo Gentili que andou apanhando esses dias não. Em Pontes e Lacerda (448 km a Oeste de Cuiabá), a jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT, foi agredida em frente as câmeras pelo vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), o "Kirrarinha".





Leia mais

segunda-feira, junho 28, 2010

Marco Luque testa Caetano Veloso no “CQC”: “Virei discípulo”


O músico Caetano Veloso é o convidado desta segunda-feira (28) do quadro “CQTeste”, do “CQC”, da Band.
Com Rafael Cortez na África do Sul, Marco Luque assumiu a apresentação da atração. Junto de Caetano, ele dançou e cantou. “O Caetano é uma pessoa adorável, bem humorada e de bem com a vida. Eu já era fã dele, agora então, depois de conhecê-lo, virei discípulo”, contou o homem de preto.
Dentro do quadro, Caetano contou com o telefonema amigo de Preta Gil, além da participação da ex-mulher Paula Lavigne e do filho Tom.
O “CQC” vai ao ar a partir das 22h15.

Fonte: Abril

CQC 102 - Roteiro

Arte by @linasilva

Band, 22h15 | Para ir ao estúdio: registre-se no site oficial CQC


Entre outras:

BRASIL x PORTUGAL

LINK ÁFRICA AO VIVO

CQC NO CONGRESSO

CQ TESTE: CAETANO VELOSO

ARGENTINA x MÉXICO

PARAÍBA: FESTA DE SÃO JOÃO

PROTESTE JÁ: ESCOLA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO

DANILO AGREDIDO NO ABC

ESLOVÁQUIA x ITÁLIA

TOP 5

ELIMINAÇÃO DA FRANÇA

PIORES NOTÍCIAS DA SEMANA


PS: Este roteiro é apenas um guia. Pode sofrer alterações, amputações e inversões até a hora e, principalmente, durante a transmissão do programa, que é ao vivo!

Fonte Blog do TAS

E ai, acertamos nos Spoilers?  http://www.cqcblog.com/2010/06/spoilers-do-cqc102.html
\o/ \o> \o/

domingo, junho 27, 2010

Spoilers do #CQC102

Mais uma semana começando e com ela chegam os Spoilers do nosso programa favorito!

CQTeste com Caetano Veloso

Proteste Já: Crianças em risco em São Bernardo do Campo.
O quadro, que foi gravado pelo Danilo Gentili esta semana, acabou tendo grande repercussão na mídia devido a agressão sofrida pelo repórter. Leia mais aqui




Monica Iozzi em Brasília
Nossa florzinha do agreste foi cutucar as onças... sem vara. Esperamos que nesta semana os nobres frequentadores da casa do povo a tenham tratado melhor.

Especial Copa - CQC nos jogos da Copa

O povo quer saber

Semana em Fotos

Piores Notícias da Semana

Top Five

Oscar Filho vai conferir a maior festa de São João do mundo em Campina Grande na Paraíba
E dá uma palhinha do seu talento com as bailarinas da cantora Elba Ramalho:

sexta-feira, junho 25, 2010

Breaking News


Oi galera! Acabamos de mudar nosso layout que, sem modéstia, ficou lindão! Ele foi turbinado pela Shanna Capell lá do CQCsBlog que agora é colaboradora aqui. A Shanna vai cuidar da identidade visual do blog e também da edição de imagens e vídeos. A Shanna é fera e já bem conhecida no mundo CQCístico, fez calendários de fãs e montagens superlegais sobre o CQC.

Também há pouco mais de um mês temos o colaborador na seção Análise do CQC, o Pedro Rech. O Pedro é integrante da comunidade CQC Brasil, berço deste blog, e participante ativo do fórum. Foi convidado por fazer sempre análises minuciosas e bem embasadas sobre o programa.

Eu e a Taiane também continuamos firmes e fortes e contamos sempre com a colaboração de vocês para o envio de material, notícias, vídeos e o que mais for de interesse do mundo CQCístico.

Irmã de Felipe Andreoli vira musa da Seleção


Programas de humor como CQC, Pânico na Tv e Casseta & Planeta são conhecidos por deixar famosos em saia justa. Na Copa do Mundo da África do Sul, o atacante Robinho conseguiu dar o troco e desconcertou o humorista Felipe Andreoli, do CQC

Ao ser entrevistado pelo humorista, Robinho não perdeu tempo e aproveitou para provocar o Andreoli, rasgando elogios a sua irmã Luiza Andreoli que tem 20 anos.

“Um passarinho me contou que sua irmã é a maior gata. Se eu não fosse casado, iria escurecer sua família”, disse Robinho ao repórter, assim que o avistou.

Até mesmo o meia Kaká, evangélico e muito bem casado, tirou uma casquinha com o humorista do CQC. Mas antes que alguém faça algum comentário, vale frisar que o craque da Seleção é amigo da família Andreoli.


A vida de Luiza Andreoli mudou depois de ser elogiada por Robinho e Kaká em rede nacional. “Nunca recebi tantos telefonemas e mensagens. Todo mundo mexeu comigo”, disse a irmã de Felipe Andreoli. Luiza disse que Felipe Andreoli havia lhe dito que seu nome seria mencionado na entrevista com os jogadores. "Meu irmão havia comentando que eu ia ser assunto da matéria, mas não imaginava a proporção que isso iria tomar, achei que seria apenas um comentário. Fiquei morrendo de vergonha, mas levei na boa e achei até engraçado", contou.

A moça, faz questão de esclarecer que é amiga de Kaká e Julio Batista há muitos anos. “Meu padrasto é superintentende do São Paulo. Por isso, alguns jogadores se tornaram amigos da família. Tem gente que conheço desde pequena, como disse o Kaká. E, felizmente, dois desses amigos estão na seleção, o Kaká e o Julio Baptista. Os dois são muito próximos a mim, tanto que minha família foi ao casamento do Kaká e acabamos de receber o convite de casamento do Julio", explicou Luiza.

Fontes Extra Online e Futebol Interior

quarta-feira, junho 23, 2010

Danilo Gentili é agredido pela GCM de São Bernardo do Campo em gravação do Proteste Já


O repórter Danilo Gentili disse que foi agredido por guardas municipais de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, na tarde desta terça-feira, dia 22.


Gentili, que estava em uma gravação para o “Proteste Já”, contou que estava em um espaço público quando ele e sua equipe foram abordados por cinco guardas municipais, que quiseram prendê-los, além de tê-los agredido com empurrões e socos.


O repórter contou que eles deram soco em sua cara e que foi “uma agressão gratuita e covarde”. Ele também revelou que os guardas quiseram algemá-lo e chegaram a dar voz de prisão à equipe, alegando desacato.


A equipe do CQC foi a uma escola de São Bernardo do Campo que funciona ao lado de uma área que corre risco de desabamento e conversou com diversas pessoas ligadas a pauta, inclusive a diretora, que deu entrevista de dentro da escola, com a equipe do lado de fora.


Por fim, Danilo ainda disse que pais de alunos que assistiram à cena chamaram a Polícia Militar, que acalmou a situação e levou a equipe para a delegacia, onde registraram um boletim de ocorrência.


No Twitter, Danilo ainda mandou a mensagem: “12 viaturas pra me prender! Parabéns a toda guarda civil de SBC pela competência!” (Fonte: Folha Online)

Update

Danilo Gentili: “Tenho marcas roxas pelo corpo”:

Danilo Gentili foi ao Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo na manhã desta quarta-feira (23) para comprovar que foi vítima de agressões físicas dos guardas civis da cidade de São Bernardo do Campo (SP) enquanto realizava uma reportagem sobre o risco de desabamento de uma escola construída ao lado de um barranco.


"Tenho marcas roxas pelo corpo. Cheguei na fila do IML às 10h desta manhã para fazer o corpo delito e provar que fui agredido fisicamente. Eles me deram ‘gravatas’ e socos. Só depois disso que eu parti para o xingamento. Minha agressão foi verbal e aconteceu depois da agressão física deles. Está tudo registrado em vídeos. As imagens são claras. Vou com essa história até o fim”, afirmou Gentili a QUEM no início da tarde desta quarta.


O comunicado da Secretaria de Comunicação de São Bernardo do Campo afirma que o humorista teria desacatado dois oficiais. "A ordem de prisão foi dada após Gentili ofender, inclusive com palavras de baixo calão, aos GCMs". O humorista confirma os xingamentos. "A agressão verbal aconteceu, mas só depois de eu ter sido agredido fisicamente".

Fonte: Quem

Update 
As mães de alunos da Emeb Júlio de Grammont defenderam Danilo Gentili. Segundo o grupo, o repórter saía de forma pacífica depois de fazer uma reportagem sobre o parquinho quando um GCM (Guarda Civil Municipal) aplicou-lhe uma gravata e o puxou de volta para as dependências do Cenforpe. "Não havia necessidade de se fazer aquilo", disse uma delas.


A TV Band informou que não divulgará as imagens do ocorrido antes do programa ser transmitido, o que ocorrerá na próxima segunda-feira. A emissora confirmou que o humorista realizou ontem exame de corpo de delito, mas não informou o resultado da análise, que pode confirmar se o repórter foi realmente agredido pelos guardas. A Prefeitura de São Bernardo nega que Gentili tenha sido agredido. O repórter, segundo a administração, teria desrespeitado os guardas.


Pelo menos o buzz gerado eplo Danilo Gentili sobre o caso já obteve resultado: o prefeito da cidade Luiz Marinho visitou o local e disse que a construção de um muro de arrimo para a contenção do barranco já está previsto nas reformas do loca, mas ainda não estipulou uma data para a construção do mesmo.


Fonte Diário do Grande ABC

A Band liberou um trechinho do vídeo da agressão sofrida pelo Danilo Gentili em seu portal. Confiram:





terça-feira, junho 22, 2010

Análise do CQC 101 - por Pedro Rech


Ainda ecoavam as lembranças do inacreditável, épico (e todos os outros adjetivos que se refiram a algo de grandes proporções) programa da semana passada. Talvez por esse motivo, o programa desta seguna-feira acabou sendo, na melhor das hipóteses, fraco. Ainda assim, foi divertido apesar de tudo o teve alguns trunfos.

Pontos Altos: 
Para começar, preciso citar a platéia que, pela primeira vez em muito tempo, estava animadíssima (aliás, perdoem-me, na análise da semana eu omiti uma situação semelhante). Depois, temos a série de matérias da Copa do Mundo que foram, verdadeiramente, os pontos altos do programa dessa segunda-feira: a matéria no primeiro jogo do Brasil, contra a Coréia do Norte (destaque especial para Cortez tentando debater assuntos sérios entre a torcida e para os jogadores sacaneando o Andreoli), a matéria no segundo jogo do Brasil, contra a Costa do Marfim, (aqui, destaque para a completa passionalidade de Andreoli), a matéria no treino da seleção portuguesa, esses nossos vis colonizadores, a matéria no jogo da Argentina e, finalmente, quem poderia imaginar, a hilária competição de beijos e, seguindo na surpresa de ter sido, contra todas as expectativas, uma matéria sensacional, temos, quem diria novamente, vitória esmagadora de Rafael Cortez! Cortez derrotou Felipe Andreoli, o homem que fez uma matéria de quase dez minutos em 2009 mostrando exclusivamente a pegação entre ele e as espectadoras das 500 Milhas de Indianapólis, e o mesmo Andreoli que ainda em 2009 fez uma matéria igualmente longa que, da mesma forma, mostrava apenas Andreoli pegando alemãs na Oktoberfest de Munique! Mas, apesar de sua esmagadora vitória heterossexual, Cortez ainda se deu à liberdade de beijar um homem, para não perder o costume.
Seguindo em frente, impossível não citar a exibição, sem cortes, da agressão do deputado federal Nelson Trad (PMDB-MS) para com Mônica Iozzi e a equipe do CQC. Destaque especial para a hilária narração de Milton Neves. E essa matéria acabou por mostrar duas coisas: sem sombra de dúvidas, Nelson Trad não teve absolutamente nenhum ferimento e, vejam só, a agressão era na verdade muito mais violenta do que a matéria originalmente deu a entender. Essa matéria ficará para sempre nos anais da história do CQC e é, dentro de uma disputa acirradíssima, uma das situações mais surreais com a qual o programa já se deparou. Vamos pensar um pouco: os deputados federais assinam propostas de emendas constitucionais sem nem ao menos lerem o que estão assinando, sendo que qualquer pessoa normal e sensata sabe que nunca se deve assinar nada sem saber o teor do que se está assinando, e é o CQC que cria situações constrangedoras para os deputados e é o CQC que será submetido à medidas restritivas. Um deputado federal, em pleno Congresso, agride uma repórter, sem razão nenhuma, e quem se diz agredido foi o próprio deputado. Isso tudo é, se não assustador, incompreensível. E a pior parte é que essa história, como todos sabemos muito bem, está longe de acabar.
Fora isso, vale citar o pouco comentado, mas sempre divertido, “A Semana Em Fotos” e os sempre bem-vindos vídeos dos bastidores, no caso, os bastidores do histórico programa No. 100 e, é claro, a sempre inspiradíssima bancada.


Pontos Intermediários: 
Começamos esse segmento com a matéria da Mônica na convenção do PV que foi, no mínimo, leve. E segue o “CQTeste” fora dos pontos baixos: o dessa segunda-feira não foi tão engraçado quanto o da semana passada, mas a mudança de apresentadores ainda mantevem um pouco do frescor do quadro. Ainda assim, o “CQTeste” segue sendo como o quadro mais inútil de todo o CQC. Depois, a matéria do Oscar Filho na festa do Marcelo D2, foi, obviamente, dispensável, mas não deixou de ter seus momentos, destacando especialemente as inserções de jogadores de futebol americano derrubando o pobre Oscar. “O Povo Quer Saber” também não teve grandes momentos, em especial pelo fato de Denílson ser a pessoa, até o momento, menos interessante a ter participado do quadro. E por fim, não posso deixar de citar o “Top Five”, que não foi propriamente ruim, mas não fez nenhum jus à propaganda exagerada (e já rotineira) de Tas.


Pontos Baixos: 
Não houve nenhuma matéria necessariamente ruim no programa desta segunda-feira, mas não posso deixar de citar algo que já havia citado semana passada: onde está o “Proteste Já”? Foram muitas as matérias que acabaram não indo ao ar ontem (entre elas, a matéria no flashmob em comemoração ao centésimo programa do CQC em São Paulo e o aguardado retorno do “Teste de Honestidade”), mas CQC sem “Proteste Já” não é CQC. Que abrissem mão de qualquer outra matéria, mas deixar de lado o “Proteste Já” é, do ponto de vista de um mero espectador médio, um crime capital.


Nota: 7

Marcelo Tas desabafa: "O CQC que vai ao ar não é o CQC que eu gostaria de fazer"


Publicado em 20.06.2010 (Aline Nunes Agência Estado)

Marcelo Tas passa o dia de olho em seus dois celulares, no Twitter, no blog, e, claro, no CQC, da Band, atração muito popular atualmente. Apesar disso, aos 50 anos, ele se diz “insatisfeito” com o próprio programa. Além do desabafo profissional, fala da família, da visão que teve de sua morte, da experiência com o LSD e de política. Não demonstra empolgação com Dilma Rousseff nem José Serra e ataca duramente José Sarney: “Ele é o verme mais pernicioso da história”. Confira os melhores trechos da entrevista.

AGÊNCIA ESTADO – Você não se desliga do CQC?

MARCELO TAS – Não (risos). Mas eu só sou acionado nos pepinos mais grossos. Infelizmente, não tenho tanto poder. As equipes têm autonomia.

AE – O que não lhe agrada no CQC?

TAS – Ah (suspira). Às vezes, o programa peca. O CQC é muito homofóbico. Às vezes, tem muito palavrão, muita matéria de celebridade. Eu quero dizer que o CQC que vai ao ar não é o CQC que eu gostaria de fazer. Seguramente, digo: “A edição final não é a minha.” Sinceramente, se o CQC acabar amanhã, eu vou prosseguir feliz. Não tenho apego com as minhas coisas. Tenho apreço pelo professor Tibúrcio, pelo Varela, mas não cultivo saudosismos.

AE – Você não está feliz no CQC?

TAS – Estou. Mas, na verdade, eu tenho um alto grau de insatisfação. Este ano, estreamos bem e, de repente, demos uma relaxada. Parecia o time do Santos que, às vezes, acha que o jogo está ganho. Até hoje, estou insatisfeito com o CQC.

AE – Foi esse tipo de insatisfação que lhe tirou do interior de Minas Gerais, aos 14 anos, em busca de novas experiências?

TAS – Com certeza. E foi o rádio que me despertou muito interesse por outros mundos. Com uns nove anos, eu ganhei um radinho laranja, de ondas curtas. Eu ficava escutando e viajando pelas rádios de São Paulo, Rio e a BBC de Londres. Era quase uma internet a lenha.

AE – O que seu pai achava disso?

TAS – Ele não gostava nem um pouco. Eu tenho uma família grande, pacata, mas que depois me apoiou. Eu saí muito cedo de casa, aos 14 ou 15 anos. Fui estudar pilotagem no colégio da Aeronáutica. Dos 15 aos 18 anos, caí no mundo. Fui para a Amazônia, Pantanal, Rio, São Paulo. Eu tinha de me virar. Você era preso e tinha de criar uma tática para pular o muro e ver a namorada. Fui punido muitas vezes.

AE – Aos 18 anos, você veio para SP. Passou dificuldades?

TAS – Foi a pior fase da minha vida. Nos seis primeiros meses, vivi numa pensão na Liberdade (região central de São Paulo). Aí parecia Exército. No meu quarto, eram cinco pessoas. Todos queriam fazer engenharia. Um torcia para o outro perder uma perna. Nessa época, descobri a arte, o teatro, a música, a boemia. Fiz engenharia, comunicação, voz.

AE – E foi num desses grupos que você tirou a roupa num espetáculo?

TAS – Pois é (risos). Foi num grupo de expressão corporal. A gente fazia experiências sensoriais, de libertação sexual. Isso é anos 70: a descoberta do corpo, da Jane Fonda, do desbunde, das drogas. Eu sempre me identifiquei com os espíritos de porco (risos), com os caras que nem eram de esquerda e nem de direita. Por isso, tem gente que acha que sou a favor do Serra (PSDB). Outros da Dilma (PT).

AE – E de quem você é a favor?

TAS – Simpatizo cada vez menos com os dois. Cada um dos dois partidos tem defeitos muito parecidos. Ambos escondem sujeira debaixo do tapete, evitam falar de mensalão e envolveram-se em apoios extremamente perniciosos. Um tem o Sarney, o outro tem o Quércia. Eu prefiro não escolher entre os dois.

AE – Você diz que o Maluf é o Barrichello. Quem é o Schumacher?

TAS – O Sarney. Ele está há 54 anos no poder e continua rindo da nossa cara. Ele é o verme mais pernicioso da história do Brasil. Ele já tem uma tumba no Maranhão, feita com o dinheiro público, que fica na Av. Sarney, próxima ao hospital Sarney. Para mim, ele é uma espécie de rei do Brasil, o Bem Amado do Dias Gomes. Ele é o coronel folclórico, patético, que, infelizmente, não é de ficção. A política brasileira é raquítica. Eu não tenho um pingo de admiração. Tenho vergonha dos caras que eu admirava antes. Como o José Genoino, que andava de peito estufado e hoje é retraído, assustado. Falta muito censo crítico no País.

AE – Você leva censo crítico para os seus filhos (Luiza, 21 anos, Miguel, 8, e Clarice, 4)?

TAS – Nem preciso. Aprendo muito com eles. As crianças são termômetros, falam a verdade. Eles nos deixam em situação ridícula. No final de semana, eu joguei futebol, coisa que eu não devo fazer. Estou com as pernas moídas. Fui jogar com meu filho de 8 anos e um monte de colegas dele. Quando vi, estava envolvido, discutindo com um molequinho, vestido com a camisa do Palmeiras.

AE – Sua família cobra para você largar o computador, o celular?

TAS – A gente sempre viaja, passeia, conversa. Eu, por exemplo, viajo numa boa para um lugar sem internet. Internet é como estar de dieta: se você comeu muito num período, pega leve no outro.

AE – Você tem vícios?

TAS – Não gosto de drogas fracas, só das fortes. Mas nunca fiquei dependente. Já usei uma variedade muito grande de drogas. Fracas, fortes, ácido... Eu sou contra o politicamente correto, mas também acho que para usar drogas tem de se programar. Eu me programei e usei LSD, numa cachoeira em Goiás. Não foi no meio de uma balada, por impulso. Mas não recomendo a ninguém.

AE – A experiência com o chá alucinógeno Ayahuasca foi um dos casos em que você foi a fundo?

TAS – Sim. Fiquei uma semana sem comer carne, fiz uma desintoxicação Foi uma busca espiritual. Eu não sou religioso, mas acredito que todos nós temos uma busca. No caso da Ayahuasca, foi uma experiência importante.

AE – Você viu alguma coisa?

TAS – Sim. Se você tiver uma pergunta, vai encontrar a resposta. O Ayahuasca é o cordão que liga a vida e a morte. Tive visões, inclusive da morte. É uma experiência que todos deveriam ter. Mas a gente evita o pensamento de morte para termos um dia feliz. Eu vi a morte, mas num sentindo de ficar de frente com o fato.

AE – O que não deixaria de fazer no seu último dia de vida?

TAS – Não deixaria de apresentar o CQC, de falar com os meus filhos e meus amigos. Eu não tenho essa coisa de: “Se eu for morrer, vou tomar champagne o dia todo”. Se eu quiser, eu tomo champagne o dia inteiro. Faria qualquer coisa para entrar numa nave espacial. Mas o turismo espacial ainda custa 20 milhões de dólares. Aqui na Band, só o Datena pode comprar essa passagem.

AE – E qual foi a vez em que perdeu o controle geral do dinheiro?

TAS – Uma vez, cometi uma burrada. A primeira grana que ganhei foi com o Varela (personagem de 1984, exibido na atração Olho mágico, na TV Gazeta), numa campanha publicitária. Eu estava tão metido, que exigi que o Fernando Meirelles me dirigisse. Foi a primeira campanha grande dele. Ganhei um caminhão de dinheiro. Peguei toda a grana (na época o valor de um bom apartamento) e dei a um corretor da bolsa. Quando voltei de um mochilão na Europa, tinha zero na minha conta. Zero!

AE – Como vê a projeção do Meirelles, que foi seu câmera, no cinema?

TAS – Fico muito feliz. Eu, de certa forma, joguei o coitadinho nesse mundo da publicidade. A gente se liga ainda, tem contato, se visita, as nossas famílias se relacionam. Estou com saudades dele.

Nossos agradecimentos a Mariana Araújo que escaneou o material para o Blog.

Rafinha e Danilo montam clube para resgatar sentido do stand up



O que era para ser espetáculo de um só acabou se tornando apresentação em grupo. Uma adaptação pela qual a stand up comedy teve que passar no Brasil para sobrevivência dos comediantes adeptos desse modelo. Mas essa união de artistas, de certa forma, foi construtiva, porque, a partir dela, o talento individual pode voltar a ser reconhecido e incentivado.

Dois dos comediantes que tiveram que se unir para fazer stand up no País vão inaugurar, em setembro ou outubro deste ano, um espaço exclusivo para apresentações do gênero. Rafinha Bastos e Danilo Gentili, aliados ao empresário Ítalo Gusso, vão colocar em funcionamento em São Paulo o Comedians Comedy Club.

Ao Terra, Gentili disse que o Comedians começou a ser idealizado em 2006, quando ele e Rafinha, hoje colegas de trabalho também na televisão, com o CQC da Band, tinham que insistir muito para conseguir emplacar seus trabalhos nas casas de espetáculo brasileiras. "Dizíamos que, se gente tivesse dinheiro, faria um comedy club para não precisar mais implorar", lembra.

Para ele, a forma que os comediantes encontraram para se apresentar, juntando-se a três ou quatro colegas de palco, nada mais é que uma 'gambiarra' sem muito sentido. "Stand up é apresentação solitária, e o que a gente quer é fazer a pessoa ser reconhecida pelo nome dela, e não ter mais que inventar grupinho", argumenta.

A expressão stand up comedy indica um espetáculo executado apenas por um comediante, que se apresenta em pé, sem cenários, caracterização ou outros recursos teatrais, e o Comedians está sendo estruturado levando-se em consideração essa característica. "Tem bar de jazz, blues, pagode, e agora vai ter bar de comédia stand up", diz.

Um galpão vazio na Rua Augusta, a três quarteirões da Avenida Paulista, no Centro, está sendo transformado. Comportará 300 espectadores sentados e terá um espaço para homenagear os precursores do gênero no País, como o comediante José Vasconcelos. "Foi tudo quebrado e estamos na fase hidráulica. Na terça passada, nos reunimos para aprovar a fachada", detalha Gentili, que também informa estar a logomarca escolhida, com votação popular pela internet.

Em sua primeira experiência como empresário, Gentili, aos 30 anos, está confiante. "É o momento certo, com as pessoas certas", diz o comediante, referindo-se, principalmente, a Rafinha. Na sua dele, o amigo é o nome mais forte da nova geração do stand up brasileiro.

Fonte: Terra


Alô pessoal de São Paulo! Aguardem que vem aí mais um bom motivo pra boas risadas!

CQC Argentina desliga Tv em SP na hora do jogo Brasil x Costa do Marfim


Na semana passada o Oscar Filho foi até a Argentina (http://www.youtube.com/watch?v=YYkkFjEzVDE) sacanear os nossos hermanos. Esta semana, Diego Iglesias, do CQC Argentina fez o mesmo com a torcida brasileira na hora do jogo contra a Costa do Marfim e ainda teve a ajuda do João Mesquita, produtor do CQC Brasil.




Leia também:
Danilo Gentili é agredido pela GCM de SBC (com vídeo)

Conheça Luiza Andreoli, irmã do Felipe Andreoli e musa da Seleção Brasileira

segunda-feira, junho 21, 2010

CQC 101 - Roteiro

Ilustra @linasilva

Band, 22h15 | Para ir ao estúdio: registre-se no site oficial CQC

Entre outras:

TESTE DE HONESTIDADE

SHOW DO MARCELO D2

BRASIL x COSTA DO MARFIM

AGRESSÃO DO DEPUTADO NELSON TRAD AO CQC: SEM CORTES

CONVENÇÃO DO PV

PROTESTE JÁ: RESOLUÇÕES

AO VIVO DA ÁFRICA

HOLANDA x DINAMARCA: QUEM BEIJA MAIS?

CQ TESTE: VAMPETA

O POVO QUER SABER: DENILSON

ARGENTINA x COREA

TOP 5

TREINO DE PORTUGAL

FLASHMOB CQC

BASTIDORES DE 100 PROGRAMAS

#FlashMobCQC em São Paulo (@VivianeVivis).


#FlashMobCQC em Curitiba (@Taitonks).

Marcelo TAS vai sugerir Proteste Já em Ribeirão Preto


Marcelo TAS, que esteve semana passada em Ribeirão Preto para a 10ª Feira do Livro da Cidade ficou assustado com os números da Dengue na cidade.

Em entrevista à rádio Band News FM, o apresentador do Custe o Que Custar (CQC), Marcelo Tas, disse que vai sugerir na reunião de pauta do programa que faça um Proteste Já em Ribeirão. Ele disse ter achado um absurdo os números da dengue na cidade e sugeriu que deve ter havido mau uso do dinheiro público no combate à epidemia.

A passagem de Marcelo TAS pela cidade foi um grande sucesso e levou um batalhão de fãs ao Theatro Pedro II para assistir o bate-papo com o âncora do CQC.

Chico Ferreira, âncora do Jornal da EPTV, apresentou Marcelo Tas ao público e começou indagando se “perguntar, ofende?”. A resposta foi categórica. “Perguntar é a melhor maneira para provocar uma pessoa”.

A linha tênue entre humor e jornalismo da fórmula usada pelo CQC foi questionada pela plateia. “O humor é a maneira mais séria de entender um assunto. Você só ri quando entende. Ou seja, a risada é como um orgasmo do conhecimento”. Mas deixou claro que o programa tem bases jornalísticas ao revelar que “para cada animalzinho que você vê na TV, existem dois jornalistas por trás dando apoio”.
Marcelo TAS disse ainda: "Sou a favor do diploma para jornalista, mas não necessariamente o do curso de jornalismo" 


Fonte aqui e aqui

domingo, junho 20, 2010

FlashMobCQC Brasil

 FlashmobCQC SP Fomação humana da palavra CQC

Ontem foi realizado o flashmobCQC em várias cidades do país. E equipe do CQCBlog que ajudou a organizar toda a mobilização na WEB, esteve em SP representado pela Vivis , no RJ representado pela Shanna Capell e em Curitiba representado pela Tai Tonks. O evento foi muito legal e serviu para os fãs se conhecerem e mostrar a sua admiração pelo CQC.
 FlashmobCQC em Curitiba

FlashmobCQC Rio de Janeiro

"Eles estão a solta! Mas nós estamos correndo atrás" FlashmobCQC SP no meio da Av. Paulista

Danilo Gentili esteve presente na mobilização de SP

A ação foi encabeçada pelo Christiano Rodrigues, o tio Chris, que se empenhou muito para tudo acontecer e esteve presente na ação de SP.
Agradecemos a cada um dos fãs que foram responsáveis pela organização em cada cidade que aconteceu a mobilização e a todos os CQC's que ajudaram a divulgar a ação.


Eles estão a solta, mas nós estamos correndo atrás





Nosso muito obrigado a toda Rede CQC! Sem vocês, este momento tão especial e divertido não seria possível!


Um abraço

Viviane, Taiane e Shanna
Equipe CQCBlog


Se você esteve presente no FlashmobCQC da sua cidade e tirou fotos e fez vídeos envie para o blog do Evento http://flashmobcqc.wordpress.com/

Mais fotos disponíveis na Rede do Marcelo TAS no Ning (http://marcelotas.ning.com/) e em breve nos álbuns do Picasa.
Acompanhe os comentários no Twitter sobre o FlashmobCQC http://twitter.com/FlashmobCQC

Marcelo Tas comemora o sucesso à frente do terceiro ano do 'CQC'


Quando está à frente da bancada do “CQC”, Marcelo Tas se comporta com uma inquietação quase adolescente. Rabisca papéis o tempo inteiro, brinca com os outros apresentadores e, às vezes, chega a atropelá-los para tomar a palavra. Fora dos estúdios, o jornalista de 50 anos conserva o mesmo humor ácido que caracteriza os homens de preto do programa da Band. Mas fala com uma paciência e serenidade que chegam a destoar da mente inquieta que, ao longo dos últimos 27 anos, ocupou uma posição de vanguarda na tevê brasileira.


Seja como o abusado repórter Ernesto Varela do “23ª Hora” em 1983, o categórico Professor Tibúrcio de “Rá-Tim-Bum”, em 1990, ou o atual “cabeça” dos “CQCs”, Tas se empolga com o trabalho realizado para diferentes gerações de telespectadores. “Uma das vantagens de ficar velho é ter uma visão em perspectiva do que você já fez. Minha maior alegria é perceber que todos meus trabalhos têm um caráter pedagógico. Até mesmo essa experiência mais espírito de porco que é o CQC”, analisa, aos risos.


Há três anos no comando do programa da Band, Tas se orgulha de “chacoalhar” o jornalismo e o humor da tevê brasileira com as pautas irreverentes do “CQC”. E é enfático ao apontar a falta de ousadia como o principal problema das demais produções atuais. “A tevê faz uma photoshopização do mundo. Tudo é limpinho, bonitinho, sem nenhuma surpresa. É uma tendência que precisa ser combatida diariamente”, argumenta.


P - O “CQC” é quase uma experiência em larga escala do que você fazia como o repórter Ernesto Varela no início dos anos 80. Mas, na verdade, o programa é baseado em um formato argentino criado na década de 90. Como você encara isso?

R - É uma feliz coincidência. Eu diria que o formato argentino expande o DNA do Varela. O “CQC” tem uma edição muito mais cuidadosa, é exibido ao vivo em rede nacional e dispõe de uma equipe infinitamente maior. Sem contar que apresentar um programa ao vivo durante quase duas horas é algo inédito para mim. No início, o Varela era feito comigo e o Fernando Meirelles, que era o câmera Valdeci. Depois a proposta foi se ampliando com o resto da equipe da produtora Olhar Eletrônico. Mas não instruo os meninos a seguirem meu exemplo com o Varela. Existe um espaço que cada um cobre do seu jeito.


P - O povo brasileiro costuma ser caracterizado pelo bom humor. Foi necessário recorrer a um formato estrangeiro para trazer essa irreverência ao jornalismo?

R - Isso é bastante significativo. O fato de uma emissora comprar formatos é uma maneira de usar algo que deu certo em outro lugar. Mas não é um processo automático. Já tentaram levar o programa para alguns países e não funcionou. Não é como uma franquia de um McDonald’s, que é igual em todo lugar. Você está lidando com o imponderável. O poder reage diferente em cada lugar e não tem receita para criar um humor com a nossa cara. Aí que entra o nosso mérito. Eu acredito na ousadia há muito tempo e venho fazendo isso nos meus trabalhos. Fico feliz com o sucesso do “CQC” no Brasil porque serve como um sinal de que o público aprecia um outro tipo de fazer jornalismo, mais voltado para o humor.


P - Na época da ditadura, você tinha de lidar com a censura nas matérias de política. Ficou mais fácil agora?

R - Vou dizer algo muito grave. Na ditadura, eu tinha mais liberdade do que a gente tem hoje no “CQC” de gravar no Congresso Nacional. É uma vergonha para a democracia brasileira. No Congresso existe atualmente a Polícia do Senado, que agride pessoas e impede o acesso às autoridades. Os políticos, alguns até que lutaram pela democracia, vivem blindados. O Genuíno é um exemplo clássico. Um cara que eu entrevistei muito como o Varela e que não fala com o “CQC” porque é um programa de humor. E o Varela não era de humor? Ele exerce a censura ou a omissão tanto quanto o General Figueiredo, que também não falava com ninguém, mas não era hipócrita de dizer que era democrático.


P - Até que ponto a irreverência não atrapalha a credibilidade do programa?

R - Aqui no Brasil é engraçado porque se coloca o humor como uma espécie de defeito de caráter. É um preconceito absurdo. A gente não está habituado a falar abertamente sobre as coisas. Quando você usa o humor, perde o controle daquele discurso quadrado. Essa é a grande virtude de misturar jornalismo e humor. Se você pega exemplos de democracia como Inglaterra e Estados Unidos, as autoridades se expõem. Até a rainha da Inglaterra permite ser criticada, caricaturada. O Obama fala com as pessoas que fazem ironia com relação ao poder. Eles conseguem se comunicar muito bem com isso, coisa que poucos políticos nossos sabem fazer.


P - Mas ao longo desse tempo questionando autoridades você deve ter esbarrado na censura dentro dos próprios meio de comunicação...

R - Uma coisa que aprendi é que todo projeto tem um limite e eles devem ser conhecidos e conversados antes de mais nada. Uma das chaves do “CQC” é que isso foi muito bem tratado com a Band. Aliás, isso é um aspecto muito pouco creditado. Se nós não tivéssemos o apoio editorial da emissora, não existiria o programa. Não consigo imaginar o “CQC” em outro canal. O programa fala de problemas gravíssimos, colocando em xeque várias instituições. Isso movimenta um nível de poder bastante importante. Lá a gente tem agilidade para resolver esse tipo de pepino.


P - Você já declarou que a tevê atualmente pode ser assistida sem som e disse ser adepto dessa prática. Como fica o “CQC” nessa história?

R - Isso vale para o “CQC” também. Acho que hoje a gente recebe tanta informação que tem de usar filtros. Um deles é esse. Não quero dizer para as pessoas pararem de ver tevê. Mas não acredito que ficar vendo qualquer coisa a qualquer hora faça bem para a saúde. Prefiro que a pessoa tenha um filtro com relação ao “CQC”, que possa criticar e eventualmente até tirar o som, do que ficar assistindo ao programa como se estivesse diante de um abajur. Não quero que veja qualquer assunto ou quadro como se fosse tudo a mesma coisa.


P - Além da experiência com o público adulto e adolescente, você fez sucesso com programas infantis, como “Rá-Tim-Bum” e “Castelo Rá-Tim-Bum”, que é exibido até hoje. A que você credita todo esse tempo no ar?

R - Aposta na qualidade. O “Rá-Tim-Bum” foi um programa que botou a barrinha da escala de qualidade lá no alto. Foi muito difícil. A gente tinha muitos objetivos pedagógicos. Uma pressão grande porque os modelos eram muito arcaicos, como o programa da Xuxa, com aquela baboseira daquelas loirinhas todas, uma imitando a outra. Aí a gente resolveu criar um programa totalmente inusitado, que apostava em conteúdo e era ousado. O prêmio é esse: a memória fica até hoje. As crianças que estão nascendo vêem reprise e gostam. Imagina a reação das crianças que assistem a uma reprise da Xuxa em 1990?


P - Mas o programa chegou a gerar um certo estranhamento na época...

R - Muito! O professor Tibúrcio por pouco não foi “limado” do programa. As críticas eram de que ele poderia deturpar a imagem do professor. Que ele era muito agressivo e poderia causar medo nas crianças, o que de fato aconteceu. Ele foi um dos últimos personagens aprovados no projeto. Até porque eu esqueci de criar um quadro em que eu participasse como ator. Até que o Fernando (Meirelles) chegou e me falou que eu acabaria ficando de fora se não criasse alguma coisa logo. Foi aí que o professor nasceu, aos 45 do segundo tempo.


P - Você gosta de investir em projetos ousados. Na época em que trabalhou na Globo, havia liberdade nesse sentido?

R - Já entrei e saí três vezes da Globo e a maioria dos programas que fiz lá foram muito bem sucedidos porque os limites foram entendidos antes de botar em prática. Com exceção do “Fora do Ar”, que é um programa que profeticamente nunca foi ao ar e que já era uma espécie de “CQC”. Participei do “Video Show” nos anos 80, da criação do “Casseta & Planeta”, do “Programa Legal” e do “Fora do Ar” nos anos 90. Hoje fico muito orgulhoso de ter participado do projeto do “Fora do Ar”, mas confesso que na época fiquei frustrado pelo programa não ser exibido. Fizemos um piloto e decidiu-se que não iria continuar. Peguei meu bonezinho e fui embora. Percebi que não haveria espaço para esse tipo de experiência na Globo, e eu estava lá para fazer isso.


P - Você tem sido inovador na tevê desde a época do Varela. O que o “CQC” representa nesse histórico?

R - Acredito que seja uma agulhada na acomodação. Tanto no humor quanto no jornalismo da tevê brasileira. Ele despertou em alguns colegas jornalistas, por exemplo, a vontade de fazer algumas matérias mais atrevidas, de arriscar nos formatos. Ouço isso até de profissionais de outras emissoras. E nos humoristas a mesma coisa. Tenho a alegria de receber o retorno de pessoas que admiro demais. Acredito que a gente dá uma contribuição que não é a revolução final da tevê brasileira, mas que, sem dúvida, é importante.


Múltiplas funções


Apesar de fazer sucesso como apresentador e com os personagens marcantes que viveu na tevê, Marcelo Tas também acumula um currículo rico por trás das câmeras. E ele destaca a experiência de 10 anos como diretor de criação do “Telecurso 2000”, da Globo, como uma das mais importantes que já teve. “Foi o maior projeto de tevê que eu fiz e, sem dúvida, uma das experiências mais felizes da minha vida”, empolga-se o jornalista, que esteve à frente de quase dois mil programas coordenando uma equipe de 14 roteiristas.


Marcelo lamenta que outras iniciativas pedagógicas como o “Telecurso” não tenham vida longa na tevê brasileira. É o caso de “Rá-Tim-Bum”, exibido de 1989 a 1992 na TV Cultura, que teve de passar por uma série de mudanças para continuar na grade da emissora, sendo exibido atualmente como “Castelo Rá-Tim-Bum”. “Foi um formato inventado no Brasil que, a meu ver, burramente a TV Cultura não continuou no modelo original. Nos Estados Unidos, quando você cria algo como Vila Sésamo, fica 30 anos fazendo”, compara.


Paixão pela tevê


O interesse de Marcelo Tas pela tevê começou ainda nos primeiros períodos da faculdade de Engenharia, que ele cursava na USP. Foi nessa época que ele começou a fazer teatro e a trabalhar como editor de um jornal de humor da faculdade. Pouco tempo depois, passou a cursar Jornalismo paralelamente e integrou a equipe da produtora Olhar Eletrônico, com a qual estreou na tevê em 1983. “Me realizei plenamente com a tevê. É um veículo que eu amo e acredito que ainda tenha um potencial grande a ser explorado”, afirma o jornalista, que chegou a se formar em Engenharia.


Ao contrário do cineasta Fernando Meirelles, que vivia o câmera Valdeci nas reportagens do Ernesto Varela, Tas conta que nunca teve pretensões de investir na carreira cinematográfica. “A diferença entre eu, o Fernando Meirelles e o Tonico Mello é que eles sempre fizeram tevê enquanto não viraram cineastas. Não tenho esse sonho e prezo muito a tevê”, destaca.

Trajetória Televisiva
# 23ª Hora (TV Gazeta, 1983) - Repórter Ernesto Varela.
# Crig-Rá (TV Gazeta, 1984) - Apresentador.
# O Mundo no Ar (TV Manchete, 1986) - Repórter Ernesto Varela.
# Video Show (Globo, 1987) - Apresentador.
# Rá-Tim-Bum (TV Cultura, 1989) - Professor Tibúrcio.
# Netos do Amaral (MTV, 1991) - Ator, roteirista e diretor.
# Programa Legal (Globo, 1991) - Roteirista.
# Castelo Rá-Tim-Bum (TV Cultura, 1994) - Telekid.
# Professsor Planeta (ESPN Brasil, 1995) - Ator, diretor e roteirista.
# Telecurso 2000 (Globo, 1998) - Diretor de criação.
# Vitrine (TV Cultura, 1998) - Apresentador e diretor.
# Saca Rolha (Rede 21, 2006) - Apresentador.
# Plantão do Tas (Cartoon Network, 2010) - Apresentador.
# CQC (Band, 2010) - Apresentador.

Fonte Jornal Cruzeiro do Sul

sexta-feira, junho 18, 2010

Fãs do `CQC´ comemoram 100º programa com flashmob amanhã


A partir das 16h deste sábado, dia 19, os fãs do “CQC” se reunirão em várias localidades para comemorar a marca de 100 edições do programa. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e outras 20 cidades já confirmaram seus pontos de encontro.

Com organização dos próprios fãs, o Flash Mob CQC é um evento gratuito, com direito a concurso de caracterização. Todo o material produzido, como fotos e filmagens, será compactado e encaminhado à produção do “CQC” em São Paulo. Aqueles que não puderem participar pessoalmente poderão contribuir por meio do Twitter, utilizando a hashtag #flashmobCQC.

"Cada cidade é livre para exercitar sua criatividade nessa homenagem. Quem quiser participar caracterizado, por exemplo, será bem-vindo, mas não é algo obrigatório", explicou Chris Rodrigues, um dos organizadores do evento em São Paulo. "Essa é uma oportunidade que os fãs têm de mostrar nas ruas o seu carinho pelo CQC", acrescentou.

Serviço:

Flash Mob CQC
Quando: 19 de junho, às 16 h (horário de Brasília)
Onde: Em várias cidades, cujos locais podem ser consultados no site oficial do evento


Redator: Tanara de Araújo

Fonte eBand

CQC exibirá a matéria da PEC da Cachaça na íntegra


A Band vai exibir na próxima 2ª feira, 21 de junho, a matéria da PEC da Cachaça na íntegra (sem cortes ou edições) no CQC. O motivo? O Deputado Nelson Trad do PMDB do Mato Grosso do Sul alega ter sido agredido pela Equipe do CQC e sua reação, mostrada na matéria da última 2ª feira, foi de revide. Foi agredido, por isso agrediu. Confira a nota que saiu no site oficial do CQC:

"Todos os dias, no Congresso Nacional, um grupo de rapazes e moças coleta assinaturas de deputados e senadores para projetos de leis e emendas constitucionais. Sem ao menos ler, a maior parte deles assina os documentos.

O trabalho desses coletores é informal e, em alguns casos, lhes garantem uma renda de cerca de R$ 7 mil. O dinheiro é pago pelo parlamentar interessado em conseguir que sua proposta seja discutida no Congresso.

Na quarta-feira da semana passada, o CQC produziu uma reportagem para mostrar a banalização na apresentação de novas leis.

Durante dois dias, uma equipe do programa coletou a assinatura de 11 deputados para uma emenda constitucional fictícia que incluía a cachaça entre os itens da cesta básica.

Em seguida, os parlamentares eram abordados pela repórter Mônica Iozzi, do CQC, que pedia uma explicação para a assinatura.

A maior parte dos deputados admitiu que não tinha lido o que assinara. Um deles, entretanto, perdeu a cabeça e partiu para cima da equipe do semanário de notícias.

Com um ataque intempestivo e desproporcional, o deputado Nelson Trad (PMDB-MS) tentou quebrar a câmera e ainda deu tapas no cinegrafista e no produtor do CQC.

Em sua defesa, alegou ter sido agredido pela equipe do programa. Alega ainda que foi vítima de uma edição mal intencionada.

O que disse Nelson Trad à imprensa:
"Eu vi a entrevista que ela fez com um colega parlamentar e recusei. Cinco deputados já haviam sido abordados. A repórter me disse ‘O senhor assinou um projeto incluindo cachaça no bolsa família’. ‘isso é coisa de moleque’, respondi”.

“Eu já estava puto e segurei o microfone dela, e ela puxou. Rasgou minha mão e segui com a mão cheia de sangue”

"Avancei no cinegrafista e arrebentei o peito dele."

O único fato relatado por Nelson Trad que confere com a realidade é a afirmação de que arrebentou o peito do cinegrafista. Se ele machucou a mão foi por conta dos tapas desferidos contra a câmera na tentativa de quebrá-la.

Em momento algum Mônica Iozzi ou qualquer integrante do CQC revidou os ataques do deputado.

Tampouco foram indelicados ou desrespeitosos com o parlamentar.

A palavra de Nelson Trad está em jogo. A reputação do CQC também.

Na próxima segunda-feira, às 22h15, na Bandeirantes, tais dúvidas poderão ser desfeitas, quando veicularemos a cena na íntegra, sem cortes!

O CQC reafirma respeito pelas instituições democráticas e pela Câmara dos Deputados. Também reafirma a sua luta constante pela transparência na política e pela liberdade de imprensa irrestrita na Casa do Povo.”

Repercussão da PEC da Cachaça

quinta-feira, junho 17, 2010

Deputados que assinaram PEC da Cachaça querem processar o CQC


A nota saiu ontem no Correio Braziliense. Os Deputados que assinaram a PEC da Cachaça na Cesta Básica sem ler, se incomodaram com a exibição das imagens no CQC de 2ª feira e ainda ganharam um aliado: José Genoíno. O Presidente da Câmara estuda normas para que os entrevistados autorizem ou não a exibição da sua imagem nos programas. Até ai, tudo bem. O que não dá é para colocar a culpa no CQC pelas lambanças que eles fazem por ai. Acho que ninguém, nos dias de hoje, assinam documentos sem ler. A não ser os nosso nobres deputados...

Na nota, os comentários mostram que existe sim brasileiros que não confabulam com estes absurdos que são ditos e feitos no Congresso Nacional:

Eduardo Sousa : O CQC está de parabéns por denunciar a falta de comprometimento e respeito com a sociedade que estes governantes tem cometido. O certo é ler antes de assinar e não o contrario, alegando constrangimento da casa. CQC continuem com o ótimo trabalho!!

Fernando Miranda : Bem se vê de onde veio a notícia: Agência Câmara. Os caras constrangem a gente com todas as sandices e imbecilidades, com a total capacidade e incompetência para legislar e agora vêm reclamar que um programa que coloca a cara deles para levar os tapas que merecem deve sofre "censuras".

paulo junior : Eu proibo o congresso brasileiro tentar restringir de qualquer maneira um programa humoristco do CQC, porque eles estão lá representando o povo e eu faço parte do povo brasileiro.Quem tiver rabo preso que renucie.

vinicius morais: Constrangimento maior é ter de suportar as sandices e extravagâncias desses senhores. Percebe-se o comprometimento e a seriedade com que os representantes (não sei de qual povo) analisam e apóiam causas que lhes são, via de regra, completamente alheias. A presença do CQC, ao menos, expõe essas coisas

Daianne Rocha: Engraçado, quando aparece um programa pra mostrar quem são realmente os parlamentares e eles vão tentar coibir....um verdadeiro absurdo.... 

Rosângela Garcia: Gente, esse CQC está sendo de uma crueldada sem fim! Daqui a pouco vai ter Deputado em depressão, Assessor cometendo suicídio ou quem sabe coisa mais grave.... Pedido de afastamento não remunerado para tratamento de caráter!

Rodney Carvalho :Não vejo nenhum deputado constrangido depois de meter a mão em dinheiro público! tadinhos.. 










Câmara recomenda normas para evitar constrangimento de parlamentares por jornalistas
(NANCY DUTRA DE BRASÍLIA)

O presidente interino da Câmara, Marco Maia (PT-RS), recomendou à assessoria jurídica da Casa que defina normas para evitar o constrangimento de parlamentares por parte de jornalistas.

Maia manifestou solidariedade ao deputado Nelson Trad (PMDB-MS), que agrediu uma equipe do humorístico "CQC", da Band.

Ao ser abordado por equipe do programa, na semana passada, Trad se exaltou após saber que subscrevera um abaixo-assinado para incluir um litro de cachaça no Bolsa Família.

Uma contratada do "CQC" coletou assinaturas de apoio a uma proposta fictícia de emenda à Constituição.

Na confusão, um cinegrafista teve parte do equipamento danificado. A repórter Monica Iozzi chegou a ser empurrada. As imagens foram ao ar na segunda-feira.

"Ao não querer falar, o deputado é constrangido pelos veículos de comunicação. Há excesso por parte de alguns jornalistas. Temos de tomar algumas medidas institucionais", disse o presidente interino da Câmara.

Segundo Marco Maia, as ações devem preservar a liberdade de imprensa, mas assegurar o direito dos deputados de não autorizarem o uso de imagens pelos programas de humor.

A assessoria de imprensa da Câmara afirmou que sempre liberou a entrada de programas como "CQC", "Pânico na TV" (RedeTV) e "Legendários" (Record), mas que é necessário "mais diálogo" com essas equipes sobre as formas de abordagem dos deputados.

Em discurso no plenário, Nelson Trad reclamou da conduta do "CQC". "Não tem necessidade de eu pedir desculpas aos meus companheiros, porque eu reagi legitimamente em defesa da minha dignidade. Não defendo só a mim, mas a própria instituição a que pertenço há mais de 30 anos", afirmou.

Ele recebeu o apoio do colega José Genoino (PT-SP). "Também tenho passado por essas situações. Conto até 10 para não falar. E passo reto. A coisa está chegando a um ataque individual", disse.

Em suas páginas no Twitter, apresentadores do programa criticaram a decisão de Maia. "A Câmara quer proibir o CQC de 'constranger' os deputados. Pelo jeito, não querem concorrência", disse Rafinha Bastos. Para Marcelo Tas, o "CQC mostrou como ninguém lê o que assina no Congresso".

Fonte Folha.com

Nota no Correio Braziliense.
Mais uma nota no Blog do Noblat http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/17/camara-pode-procesar-cqc-por-causa-da-pec-da-cachaca-300754.asp

Em Tempo: nos EUA o Brasil foi criticado por censura do governo à liberdade de imprensa http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/06/17/imprensa36351.shtml

Daqui a pouco veremos a notícia: Ditadura é o novo regime político adotado pelo Brasil. 

Update: O deputado Marco Maia postou em seu blog:
Quanto aos questionamentos no twitter e na imprensa de que eu estaria censurando o trabalho do CQC, esclareço que:

Hoje, durante sessão no plenário, enquanto Presidente da Casa- após um deputado se manifestar sobre um incidente ocorrido com a equipe do CQC nesta Segunda-feira, dia 14 e pedir providências da Câmara- solicitei, à assessoria jurídica da Casa, um estudo para compreender o processo, com o objetivo de assegurar o direito de expressão dos profissionais jornalistas que acompanham os trabalhos na Câmara, mas também garantir que os parlamentares possam optar por dar entrevistas ou não.

De forma alguma pretendo tolher o trabalho dos profissionais do CQC ou de qualquer outro jornalista. O intuito do estudo jurídico é evitar possíveis atritos entre profissionais de imprensa e parlamentares, garantindo respeito mútuo entre ambos, resguardando aos parlamentares a opção em não dar entrevistas e não serem molestados pela negativa em falar com a imprensa e também aos jornalistas de fazerem seu trabalho.
http://www.blogdomarcomaia.com/?permalink=TXpVeUwzTT0=

Nome dos Deputados que assinaram a PEC da inclusão de 1 litro de Cachaça na Cesta Básica do brasileiro:

Eduardo Valverde PT / RO
Félix Mendonça DEM / BA
Lupércio Ramos PMDB / AM
José Tatico PTB / GO [o da bunda]
Julio Delgado PSB / MG
Nelson Trad PMDB / MS [o que agrediu a equipe do CQC]
Deputado Federal Chico Rodrigues PFL / RR

Deputado que não assinou :
João Dado PDT / SP  

Agradecimentos ao nosso leitor Paulo Travassos que identificou o deputado Chico Rodrigues para nós!
O leitor também nos alertou que na 2ª feira afiliada da Band em Boa Vista RR foi tirada do ar. Só quem tinha parabólica pode assistir ao CQC100. Esperamos que o Deputado e candidato a vice governador de Roraima, Chico Rodrigues, que assinou a PEC da Cachaça, nada tenha a ver com o caso.

Matéria na íntegra da agressão do deputado Nelson Trad a Equipe do CQC




Follow Us

Arquivo do Blog

Comunidade CQC Brasil

Postagens Populares

© CQC Blog - Custe o Que Custar All rights reserved | Theme Designed by Seo Blogger Templates