terça-feira, agosto 31, 2010

Análise do CQC 111 - por Pedro Rech


Eis o triunfo da vontade! Em meio a uma bancada em seu auge e matérias no mínimo médias, o CQC desta segunda-feira conseguiu compensar o fraquíssimo programa da semana passada. Aliás, se me permitem comentar, minha análise dessa semana acabou se tornando excepcionalmente longa. Espero que, apesar disso (e não que isso seja necessariamente ruim) vocês sintam tanto divertimento em lê-la quanto eu me diverti ao escreve-la. Sem mais, vamos às considerações.



Pontos Altos: 
Desde a Copa do Mundo que ele não figurava aqui entre os “Pontos Altos”, mas eis que volta o cão arrependido, Felipe Andreoli, na matéria no evento “Athina Onassis International Horse Show”. E, quem diria que tal pauta renderia uma matéria tão divertida? Primeiramente, como é bom ver Andreoli não sendo, como bem diria Rafinha Bastos, um puxa-saco completo. E aproveitando o ensejo, algo bastante triste foi constatado nessa matéria, a respeito das Olimpíadas e da Copa do Mundo no Brasil. Nós simplesmente não estamos prontos para sediar tais eventos, e o escandaloso acontecimento no Hotel Continental, no Rio de Janeiro, é a melancólica comprovação disso, embora o presidente do comitê olímpico não tenha parecido disposto a comentar o assunto. Pensem, faltam menos de quatro anos para a Copa do Mundo em terras tupiniquins, e como andam as obras de infra-estrutura para absorver o gigantesco número de turistas? Na melhor das hipóteses, as obras estão andando como a humanidade na clássica música de Lulu Santos, “com passos de formiga e sem vontade”. O Brasil vai virar motivo de piada internacional, anotem o que o seu humilde analista lhes diz. E quem viver, verá.

Seguindo, impossível não citar a matéria da minha musa, Mônica Iozzi, a respeito dos candidatos à vice-presidência, que foi mais informativa do que propriamente engraçada. [surto do Pedro on] Aliás, eu me deprimo mais e mais pensando em meu futuro. Quer dizer, a cada dia me parece mais óbvio que jamais irei acordar ao lado de Mônica Iozzi e ver seus cabelos despenteados após uma noite de sono coberta pelo sol preguiçoso da manhã. Jamais trocaremos confidências, jamais teremos um jantar romântico à luz de velas. Afinal, se absolutamente nada aconteceu após esses meses de suplícios e lamúrias constantes, por que seria diferente agora? Sinto-me vazio e o mundo me parece mais sombrio.[surto do Pedro off]

Superado isso, é claro que preciso mencionar o brilhante “Proteste Já” a respeito dos livros didáticos com informações grotescamente incorretas na cidade de Alumínio, São Paulo. E agora chegamos à um ponto problemático do CQC desta segunda-feira, o compacto com tudo o que não fora possível ser exibido nas semanas anteriores devido à Lei Eleitoral No. 9.504/97, que agora encontra-se em seu leito de morte, felizmente. Bom, o caso é que a matéria em si não teve absolutamente nada de especial, e convenhamos, não que os efeitos digitais sejam normalmente assim, mas quando eles se tornam o motivo central de uma matéria, e não mais um mero complemento, percebe-se que alguns dos efeitos são bastante idiotas. Mas, importante que se diga, essa é uma iditiotice garantida pela Constituição! Apesar do discurso apaziguador que Tas deu à imprensa essa semana, dizendo que o CQC não iria exagerar agora que a Lei Eleitoral foi suspensa, eu próprio era da opinião contrário. Justamente nessa segunda-feira é que o CQC deveria ter arrebentado com os candidatos e, de certa forma, ir em busca de sua vendetta. Paciência, não foi dessa forma que julgou a cabeça brilhante de Tas. Mas, agora que a supracitada Lei Eleitoral está à beira do fim de seu reinado de totalitarismo, cabe neste espaço fazer uma espécie de apanhado geral e, muito resumidamente, explicar aos leitores incultos, que muito provavelmente não sabem como todo esse episódio vergonhoso de nossa jovem democracia aconteceu, e em um capítulo à parte exercitar meu lado jornalístico, explicar tudo o que aconteceu até o momento nessa campanha eleitoral. Antes, é preciso citar minhas fontes.

O que se segue foi retirado quase exclusivamente do artigo “Como o Congresso endureceu as regras eleitorais na TV” no site “Congresso Em Foco”, cujo link segue: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=33971

A defesa de Manuela D’Ávila foi retirada do site “Viomundo”, cujo link segue: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/blog-do-miro-manuela-d%E2%80%99avila-e-o-humor-na-rede.html

Agora podemos prosseguir para algo que eu gostaria de dar o título de...

A Criatura do Centro-Oeste – Um Conto de Horror e Censura Na Terra Verde e Amarela.


Começaremos do princípio. A maldita Lei Eleitoral No. 9.504/97, como indica os dois dígitos após a barra, existe desde 1997. Por esse motivo justamente, muitos militantes petistas acusaram os humoristas de estarem sendo partidários e manipuladores ao atacarem essa lei justamente agora, em 2010, e não quando ela foi aprovada em 1997 no governo FHC, pintando um quadro que dá a impressão de que Lula é um grande censor (apesar de que esse quadro não está tão longe da verdade). Bom, o que acontece é que embora essa lei de fato exista desde 1997, apenas agora em 2010 ela passou a mostrar seu valor. Prova cabal disso é a épica cobertura eleitoral do CQC em 2008 (que permanece até esta data como uma das coisas mais geniais de toda a história da televisão passada, presente e futura), que não sofreu a menor restrição e que foi, no mínimo, extremamente ousada e divertida. De acordo com o site “Congresso Em Foco”, que refez os passos dos malfeitores em um artigo intitulado “Como o Congresso endureceu as regras eleitorais na TV”, diz-se o seguinte: “Desde 1997, já havia uma norma que vedava o uso dos recursos audiovisuais que pudessem causar prejuízos aos candidatos. Entretanto, não detalhava quais os recursos que seriam proibidos, nem de que forma eles seriam vedados”. Pois ocorre que em setembro de 2009, passou a ser discutida, lá onde vivem os monstros, a Câmara dos Deputados, a proposta de uma “minirreforma” na legislação eleitoral, para abordar principalmente questões envolvendo o papel da internet nas eleições. Vocês provavelmente se lembram disso, pois Rafael Cortez cobriu esse assunto em Brasília ano passado para o CQC. Seja como for, no relatório final desta, que de pequena só tem o nome, “minirreforma”, foram incluídas as especificações no que diz respeito aos tais incógnitos “recursos audiovisuais”, de forma que, muito objetiva e assustadoramente, a regra passou a ser esta: “É vedado às emissoras: (...) usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido político ou coligação, bem como produzir ou veicular programa com esse efeito”. Até uma criança pode entender a gravidade ameaçadora destas palavras. O texto foi encaminhado pelo Senado e pela Câmara ao Tribunal Superior Eleitoral e o resto é história.

Mas então, é válido nos perguntarmos: quem escreveu isso? Quem foram os responsáveis por essa reforma? Como tudo o que diz respeito à política nacional, não foi um processo transparente e foi preciso uma investigação jornalística para apurar quem de fato são os culpados. A resposta pode surpreender meus conterrâneos gaúchos, pois trata-se da “voz da juventude” na Câmara, sim, ela, a deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB/RS). Ao menos, à primeira vista, é assim que parece ser a história. Mas, Manuela, “humildemente” se comparando a uma personagem Kafkaniana, rebateu as críticas em um email para o site “Viomundo”. Não entrando muito nos detalhes do email de defesa, já que este encontra-se disponível na imensidão da internet, vale apenas mencionar isso: a conterrânea, se pondo como vítima de uma forma digna de pena, explica em sua defesa que inicialmente essa proposta deveria valer apenas para sites de candidatos, ou seja, essa emenda deveria impedir um candidato de fazer uma montagem ou qualquer coisa do gênero com um adversário em sua página na internet, portanto, era uma medida restritiva aos próprios políticos. Mas, se é assim, porque o texto final se aplica à toda sociedade civil? Indo mais fundo nos anais da nefasta política nacional, descobrimos o nome do verdadeiro vilão de toda esse escândalo, o relator da tal reforma, o deputado federal Flávio Dino (PcdoB/MA). Aliás, alô, Maranhão! O nosso amigo aqui é candidato ao governo das terras maranhenses! Não criem mais um Sarney, por favor! Enfim, o fato é muito simples: o tal Flávio, valendo-se da proposta inicial de Manuela, ampliou os limites da lei para que eles não só valessem para sites de candidatos, mas também para rádio e televisão. Procurado pela reportagem do “Congresso Em Foco”, o deputado manifesta a seguinte pérola: “Essa lei já existia há 13 anos. Eu apenas preenchi as lacunas existentes, pois não se definia o que é trucagem e montagem. Ou seja, fiz melhorar a lei. Agora, dizer que eu endureci a Lei para preservar os políticos é uma afronta”. Afronta, seu grande desgraçado, foi o que vossa excelência fez com a população brasileira! É de vomitar ao se ouvir tal resposta.

A pena para a emissora ou rádio que descumprisse a determinação era de multa entre R$ 20 mil a R$ 100 mil, duplicada em caso de reincidência. É nesse ponto que o humor é exilado das eleições de 2010 e que a cobertura eleitoral, tanto do CQC quanto de todos os outros humorísticos do Brasil, passa a ser, bem, sem graça na melhor das hipóteses. O CQC fez um “Documento da Semana” sobre o assunto e falou repetidamente sobre essa questão, os noticiários tiveram um interesse moderado pelo tema e a coisa ficou por isso mesmo. Mas eis que ocorre um fato que é, por si só, assustador e ao mesmo tempo inspirador. Humoristas, liderados pelo comediante de stand-up Fábio Porchat, organizam uma passeata no Rio de Janeiro intitulada de “Humor Sem Censura”, no dia 22 de agosto, para protestar e levar ao grande público as questões delicadas que envolvem a existência dessa lei. A passeata contou com grandes nomes da cultura brasileira, teve uma repercussão forte, um público razoável e rendeu uma bela cobertura de Danilo Gentili para o CQC. Aos olhos de meros espectadores como eu próprio, pareceu que o efeito desse protesto acabou por aí.

E então, menos de uma semana depois que a passeata foi realizada, no crepúsculo do dia 26 de agosto, o ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, contra todas as expectativas, suspende a maligna legislação, julgando, algo que até um estudantezinho meia-boca como eu sabe, que trata-se de uma medida inconstitucional. O STF ainda precisa julgar o mérito do caso, ou seja, tudo ainda é, como quase todas as coisas realmente importantes do Brasil, provisório. Mas, já é algo. E ainda não é hora de, a exemplo de Marco Luque, soltar os rojões, meus bons leitores. Tampouco hora de virar a página. A luta está apenas começando. Abram seus olhos, porque tão logo a eleição acabe, e a mídia esqueça esse assunto, sabe-se lá que medidas serão tomadas na calada da noite em Brasília. Esse triste e lamentável capítulo de nossa história não deve ser esquecido jamais, pois acontecimentos como este nunca terão fim, e o futuro está nas mãos, apenas, de uma população vigilante.

No espírito das citações, habito que eu adquiri após minha análise da semana passada, gostaria de encerrar o assunto com o início da música “Jornal Blues (Canção Leve de Escárnio e Maldizer)“, de um dos meus grandes heróis, Belchior, que fecha com chave de ouro toda essa questão:
“Nesta terra de doutores, magníficos reitores, leva-se a sério a comédia!”


Indo adiante, eis que algo histórico ocorre. Pela primeira vez na história do CQC, graças a Anúbis, Zeus e Júpiter, Marcelo Tas finalmente acertou o nome do quadro “Documento da Semana”! Brindemos a isto. Sobre o “Documento da Semana” em si, sobre as Redes Sociais, acho que é dispensável maiores comentários. Foi uma pequena pérola. Cabe dizer também que me agrada bastante o fato de o “Documento da Semana” estar se tornando um quadro fixo do CQC, tão tradicional quanto o “Proteste Já”. É um quadro com um potencial gigantesco e que ainda terá muito a nos oferecer. Por fim, resta-me citar o sempre divertido “Top Five”.


Pontos Intermediários:
Começo este espaço citando a matéria de Rafael Cortez na estréia do filme "Bellini e o Demônio", matéria desnecessariamente longa mas que acabou sendo moderadamente divertida. Mas, é preciso citar algo que figura aqui entre os “Pontos Intermediários” apenas por motivos de cronologia, pois o que se viu na bancada logo após a exibição da referida matéria a respeito da “genial” participação de Marco Luque no longa-metragem foi um dos momentos mais brilhantes e divinos de toda a história do CQC. Uma ocasião para não esquecer jamais.

Preciso citar Rafael Cortez mais uma vez neste espaço (por favor Cortez, não se irrite), na sua matéria no Prêmio Multishow de Música Brasileira, mas preste a atenção, não pelo fato de a matéria ter sido mediana. O que se espera de um violonista clássico, Sr. Cortez, em um evento onde verdadeiros abortos musicais como as “bandas” Cine e Restart e o “cantor” Fiuk estariam presentes, era no mínimo, fazer justiça em nome de todos os brasileiros e brasileiras com um mínimo de atividade cerebral mundo afora que se sentem culturalmente ofendidos com tais bandas. Tal qual Danilo Gentili e Mônica Iozzi cobram de nossos representantes, era a vez de Cortez de cobrar de nossos músicos! Mas, Cortez não apenas foi fraco em sua ridicularização como conseguiu a façanha de ser, ao contrário, ridicularizado por um integrante dessas bandas! Não há como fracassar mais do que isso. Todos nós, Cortez, estamos profundamente desapontados. Esperamos que, o mais breve possível, você nos brinde com sua redenção. Mas até lá, pense bem no que você fez.

Seguindo, nada mais justo mencionar a matéria de Oscar Filho no aniversário de uma clínica de oftalmologia (não preciso nem comentar o fato de ser uma das pautas mais inúteis de todos os tempos, a bancada fez isso com bastante eloqüência no próprio programa logo após a exibição da matéria). Esse tipo de matéria tradicionalmente apareceria, com razão, nos ditos “Pontos Baixos”, mas a curtíssima duração foi sua salvação, pois a matéria acabou sendo reduzida apenas aos momentos realmente engraçados e não foi nem um pouco cansativa.

Para meu desgosto, é preciso citar o “A Semana Em Fotos”, que após semanas e semanas de exílio (aposto que poucos devem ter percebido isso, mas agora está claro para mim que o quadro andava sumido justamente por causa da sempre maligna Lei Eleitoral), retorna finalmente, mas abaixo do nível anterior ao desaparecimento. Uma pena. Depois, é claro, figura aqui o “O Povo Quer Saber” com Rita Cadillac, que foi bastante divertido, mas pelos motivos errados (novamente, como aconteceu muito nesta segunda-feira, a bancada foi especialmente responsável por tornar esse quadro mais divertido). Por fim, resta-me citar o estranho final do programa, envolvendo a piada com a grande Amy Winehouse, que a exemplo do ocorrido semana passada com Dunga, não sei exatamente como classificar. Por um lado, é uma forma sacana de tapar o buraco do último bloco, por outro lado, é uma sacada bastante astuta. Trata-se de um verdadeiro enigma. Irei ponderar mais a respeito.


Pontos Baixos: 
O que me resta mencionar neste tão degradante espaço? Poderia muito bem citar a apatia da platéia, mas isso já está se tornando rotina e não um ponto em especial. Pensei também em citar algo que, me perdoem, esqueci de comentar semana passada: o fato de terem recolocado aquele horrendo, até onde se acreditava, falecido primeiro comercial logo depois da apresentação das matérias do dia. Mas acontece que, apesar desta abominação ter retornado, o número de comerciais no decorrer do programa foi radicalmente reduzido. Logo, um elemento anula o outro. Fora isso, não tivemos o CQTeste no programa desta segunda-feira, quadro este já tradicional no panteão às avessas das matérias deploráveis. Confesso que citei isso apenas para irritar nosso mais ilustre leitor, Rafael Cortez, que semana passada novamente comunicou sua insatisfação com minha repulsa ao CQTeste com uma das autoras deste belo blog. Ele chegou inclusive a ameaçar-me de não mais ler estas análises caso eu continuasse a fazer estes meus comentários. Pobre Cortez, por favor, não se vá! Não é nada pessoal. O CQTeste pode ser uma bosta, mas você ainda é nosso rei (espero que ele caia nessa). Portanto, nada tenho a declarar aqui.


Nota: 8,5
Audiência: O CQC ficou em 2º lugar na audiência, marcando 6,1 pontos em média e com picos de 9 pontos e 11% de share


Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal: @pedroffr



E vocês, leitores incultos? O que acharam da CQC desta segunda-feira? E da suspensão da Lei Eleitoral, bem como da própria lei em si? Concordam comigo? Discordam de mim, malditos? Deixe sua opinião ali nos comentários e vamos celebrar a democracia porque, pelo menos por enquanto, a internet ainda é um espaço livre do controle governamental. Até semana que vem! 

Leia todas as análises do CQC postadas no Blog http://www.cqcblog.com/analisecqc
Assista aos Vídeos no canal do Parceiro Mirc Mirc http://www.youtube.com/user/MIRCMIRC15
Posted By: Viviane Pereira

Análise do CQC 111 - por Pedro Rech

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2 comentários:

  1. A reportagem com os candidatos à vice-presidência foi excelente. Destaque sobre a pequena e rápida pesquisa feita pela Mônica nas ruas, buscando saber se as pessoas tinham conhecimento das funções de um vice-presidente... obviamente que a maioria não fazia idéia.

    Por essas e outras eu costumo dizer que o único poder minimamente confiável no Brasil, é o Judiciário, justamente pq as pessoas não elegem ninguém para os cargos.

    O Proteste Já também foi muito bom e o Danilo estava afiado nas provocações.

    Muito bom o programa de ontem, daria nota 8.

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  2. boa análise (só não consegui ler o texto todo falando da lei eleitoral por ser longo :'( )

    mas q o último bloco do programa tá com uns problemas, ah, tá!
    tá acontecendo a mesma coisa q aconteceu com a 2ª temporada do "É Tudo Improviso": o Márcio Ballas fazia suspense de q daki a pouco apareceria o macaco fazendo alguma coisa impressionante, mas no último bloco do programa, aparece o homem fantasiado de macaco q ia fazer isso, mas segundo o próprio Ballas, não ia dá tempo. as vezes, a mesma piada não dure p sempre de ser engraçado

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