terça-feira, março 15, 2011

Analise do CQC 129 - por Pedro Rech

Bom dia, boa tarde e boa noite, leitores incultos. Nenhum de vocês jamais poderá imaginar o vazio que estava sentindo no mais íntimo do meu ser por ter permanecido tantos meses sem pronunciar tais saudações. Mas, agora, com o triunfal início desta quarta temporada do nosso resumo semanal de notícias, este jejum quase religioso foi por fim quebrado, e eis que novamente submeto o CQC ao meu humilde crivo analítico. Ao contrário de minhas tradicionais análises de outrora, esta análise em questão não seguirá o formato mais ou menos o linear e permeado pela divisão em pontos altos, intermediários ou baixos, que vocês aprenderam a amar. Ao invés de tal esquema, aqui, analisarei individualmente cada aspecto novo e antigo do programa, mais em forma de artigo do que de crítica propriamente dita. Não temam, caros amigos, pois a partir da semana que vem, retornaremos à nossa programação normal. Até lá, fiquem com o que se segue.


Entre erros e acertos: as (nem tão) grandes mudanças.

- De Cara Nova - Breve Análise de um Cenário Constrangedoramente Colorido:


Primeiro, é preciso dizer que a opinião que se segue não é a de um decorador de interiores formado. No decurso destes agora quatro anos de CQC, sempre foi da opinião geral (ou, ao menos, da minha) de que a melhor abertura, vinhetas, paleta de cores, cenário e direção artística em geral era da terceira temporada. E, agora, no início desta quarta temporada, podemos ter a confirmação disso. Pelo menos neste primeiro instante, o poluído cenário novo, em seu tom hiper-colorido de psicodelia digital new age não causou nada além de profunda confusão e estranheza. Claro, é o mínimo que podemos esperar depois de três anos de cenários de cores escuras (ou, na melhor das hipóteses, “neutras”) e design clean.


Além disso, as vinhetas e abertura são um caso a parte. Em primeiro lugar, a constante presença quase subliminar do “olho que tudo vê” (e de diversos outros elementos maçônicos e “satânicos”, de acordo com o imaginário ocultista) certamente vai render ao CQC uma ou duas acusações por parte da ala evangélica extremista de fazer parte da conspiração illuminati para instaurar a Nova Ordem Mundial. Não que isso importe, é claro, mas valia a menção. Vale dizer também que quem sinceramente acredita nisso é um imbecil. v
Agora, falando seriamente, a aposta do CQC em um visual derivado da cultura setentista do LSD, além dos toscos efeitos de “explosões” e “fogo”, não poderiam ter combinado de forma pior com o programa. Isso sem contar, é claro, com a terrível transformação do nome dos quadros em siglas em suas vinhetas de apresentação. Visualmente, esta temporada começou com o pé esquerdo.



- Os Quadros Novos e as Mudanças de Elenco:

Grupo Escolar CQC: Finalmente, após tantos anos, Marcelo Tas pode desfrutar diante de um quadro próprio. E, diria, uma idéia que tinha absolutamente tudo para dar errado, mas que acabou sendo salvo justamente pela sua despretensão e seu formato singelo. Um quadro que certamente não guarda em si nada de genial, mas que é uma simpática adição ao todo, graças a essa noção de que toda a imbecilidade da nossa realidade por ser exposta através, não de respostas, mas de perguntas de ordem extremamente simples, quase infantil. Contudo, e já vimos isso muitas vezes, um quadro com formato tão fechado e baseado na repetição é um alvo fácil da marcha eterna do tempo. Será que Tas conseguirá não esgotar essa fórmula? Só nos resta aguardar.


Identidade Nacional: O primeiro, e possivelmente o melhor dos novos quadros desta temporada, comandado por Danilo Gentili, teve uma estréia ao mesmo tempo promissora e hilária. Pegando carona nos conceitos dos finados “Teste de Honestidade” e “Cidadão Em Ação”, ambos também sob o cetro de Gentili, o quadro abordado as diferenças comportamentais entre regiões brasileiras tem tudo para gerar, no futuro próximo, momentos de pura genialidade. Esta primeira edição, apesar de muito divertida, não chegou ao patamar apoteótico de tantas outras estréias passadas, mas ficou evidente que, com o tempo, ele chegará lá. Ponto alto.



Proteste Já - Sai Danilo Gentili, Entra Oscar Filho: A notícia caiu como um raio. Motivado possivelmente pela sua primeira empreitada solo, o ainda aguardado “Agora é Tarde”, Danilo Gentili passaria a bandeira do “Proteste Já”, no passado, presente e futuro, o quadro mais importante e primordial do CQC, para o repórter peso morto, com todo o respeito, Oscar Filho. Claro, o “Proteste Já” havia mudado de liderança antes, mas nunca dessa forma. Afinal, quando Rafinha Bastos (que, apesar de tudo, deixa saudades até os dias de hoje) foi substituído por Danilo Gentili, a mudança aqui era a mais óbvia e correta possível. Afinal, a longa experiência em pautas políticas e investigativas de Gentili já lhe conferiam a experiência necessária para levar adiante uma missão dessas. E, verdade seja dita, a trajetória de Gentili dentro do “Proteste Já” foi a de um verdadeiro profissional. Agora, o anúncio de alguém como Oscar Filho à frente do quadro não poderia gerar mais desconfiança, terror e controvérsia. Afinal, basta ao espectador atento analisar a carreira de Oscar Filho. Matérias inúteis de celebridades, lançamentos de Playboys, casamentos de celebridades, aniversários de celebridades, premiações vendidas de celebridades... Enfim, tudo o que havia de pior do CQC.

Com tudo isso, só nos restava esperar o pior. Mas, na noite desta segunda-feira, todos fomos surpreendidos. Com uma firmeza jamais vista antes na história do programa, Oscar Filho conseguiu unir, da melhor forma possível, o que havia de melhor em seus predecessores: a indignação hostil e agressiva de Rafinha Bastos e a veia ácida e anárquica de Gentili, tudo em um “Proteste Já” com todos os seus elementos clássicos, inclusive, é claro, mais uma antológica pancadaria. Porém, é claro que tudo isso pode ter sido um mero golpe de sorte. Oscar Filho ainda contempla diante de si um longínquo caminho na jornada da perfeição jornalística. E conseguirá ele atingir o panteão dos deuses do “Proteste Já”? A resposta está soprando no vento.



- Nada de novo no front: o que continuou na mesma.


E, agora, em um modelo mais tradicional de análise, só me resta voltar os olhos às matéria que, por si próprias, não apresentaram nada de exatamente novo neste primeiro programa de 2011. A começar, tivemos a matéria de Mônica Iozzi, pela primeira vez, cobrindo o carnaval de Salvador, e contando com a participação especial de Felipe Andreoli. A reportagem foi um começo morno de temporada, e também um começo morno aos trabalhos de Mônica Iozzi. Ainda assim, conseguiu arrancar algumas gargalhadas. Um clássico ponto intermediário.

A seguir, outro começo igualmente morno, dessa vez, de Rafael Cortez cobrindo o carnaval italiano. Apesar da matéria não ter sido exatamente grande coisa, ao menos, ficou claro que o constrangimento involuntário, característica cabal de Cortez, e é de uma imensa alegria constatar isso, ainda está lá, em toda a sua glória. Ponto intermediário, sem a sombra de uma dúvida.


Outro começo, agora, que de morno nada teve, foi o de Danilo Gentili, em um lindo retorno à terra dos monstros, Brasília, analisando os ditos “calouros” do congresso. A matéria apresentou, vale apontar, algo que todos esperávamos desde o resultado das eleições do ano passado: um encontro entre Gentili e Tiririca, que ficou à altura de sua expectativa. Ponto alto, lógico.


Agora, foi certamente uma agradável surpresa descobrir que um dos quadros que sobreviveram ao impacto darwiniano da mudança de temporada foi o sempre simpático “O Povo Quer Saber”. Desagradável, porém, foi a primeira edição do ano ter contado com a participação da mulher mais imbecil deste lado do Atlântico, Preta Gil. Ponto intermediário, sem mais. Outro sobrevivente, mas esse ninguém nunca realmente temeu desaparecer na troca de calendários, o “Top Five”, teve sua edição mais divertida dos últimos três meses (risos). Ponto alto para ele.

E, por fim, tivemos as mesmas matérias futebolísticas de sempre com um inspirado Felipe Andreoli, dessa vez, no jogo Flamengo vs. Fluminense. Apesar do lugar-comum, e talvez motivado justamente pela saudade do programa, a matéria acabou sendo surpreendentemente divertida. Ponto alto.


Por fim, e em um parágrafo a parte, é preciso comentar a presença de Ronaldo na bancada, que esteve particularmente descontrolada, do CQC. Claro, a participação foi sensacional, mas não sobre isso que trata esta pequena crônica. Transformando Ronaldo, e toda a questão da aposta, em uma herança da terceira temporada, e tendo essa herança finalmente sido gasta, é possível metaforizar toda essa situação como um auto-sacrifício redentor. Afinal, se livrando da última amarra que ligava o CQC à sua temporada, na melhor das hipóteses, mais fraca até o momento, o programa agora está livre para percorrer novos e excitantes caminhos nessa quarta temporada. O novo e incógnito repórter está vindo aí. Novos quadros ainda estão por vir. Há um mundo desconhecido à frente e, é possível que depois desse renascimento, esta quarta temporada possa, como arrogantemente anunciaram as propagandas, entrar para a história.



Nota: 8
Audiência: O CQC marcou em media 5.8 pontos com picos de 8 pontos em São Paulo ficando em 3º lugar no Ibope


E vocês, leitores incultos? O que acharam deste admirável começo de temporada? E quando ao novo visual? E os novos quadros (e os que ainda estão por vir, como o misterioso “Resta Um”)? Será que um de meus particularmente favoritos, “A Semana Em Fotos”, terá conhecido sua extinção? Será que o “CQTeste”, do qual fomos felizmente poupados ontem, continuará tão horrível quanto sempre? Será que eu ainda terei que reclamar muito desse quadro no decorrer do ano? Será que Rafael Cortez me deixará ainda muitos recados ofensivos no Orkut? Deixe sua opinião ali nos comentários e vamos celebrar a democracia porque, pelo menos por enquanto, a internet ainda é um espaço livre do controle governamental. Até semana que vem!


Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal: @pedroffr


Leia todas as análises do CQC http://www.cqcblog.com/analisecqc

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Posted By: Viviane Pereira

Analise do CQC 129 - por Pedro Rech

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12 comentários:

  1. Achei o programa fraco. A participação do Ronaldo foi chata. O Carnaval e a briga de laranjas são eventos que não deviam cobrir. No mais, concordo com você.

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  2. O CQTeste poderia ser exibido ontem (junto com o quadro "Resta Um"), pena que Nadja Haddad entregou o seu VídeoNews as 22h40 da noite, fazendo que o CQC cortasse dois quadros do programa.

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  3. Jardel o atraso do Video News não fez o CQC cortar quadros. A demora foi proposital, sempre é. Foi para gerar um buzz ainda maior em torno da estreia do programa.

    Eu achei a participação do Ronaldo chatinha tb. Poderia ter só ido lá pesar e ponto. Gostei do Identidade Nacional, acho que tem futuro. O quadro do TAS foi gostosinho, mas não deve aparecer sempre para não enjoar.

    Desnecessária a participação do Neymar, a matéria da guerra de laranjas e o Felipe no Futba é bom, mas tá enjoando....

    No mais vamos ver o que acontece nos próximos programas.

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  4. O PROGRAMA DE ONTEM FOI BOM....MAIS A EQUIPE DO CQC PODERIA TER TIDO MAIS ENPENHO, POR PARTE DA PRODUÇAO.
    NAO TIVEMOS MUITAS NOVIDADES.
    MAIS COM TODA CERTEZA PODEMOS CONTAR COM A PRESENÇA DE ALGO MAIOR, QUE EM TODAS AS GRAVAÇOES FEZ QUESTAO DE ESTAR PRESENTE, E COM O OLHO BEM ABERTO.
    ABÇ,,,A TODOS DO CQC E ATÉ A PROXIMA.
    .
    MICHELPASSARELLI@YAHOO.COM.BR . .

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  5. o cqc foi bom,a unica coisa ruim foi a abertura foi meio ruim,a pior das 4 temporadas,mas as pessoas acharem q isso tem coisa a ver com os iluminatis pura imbeciclidade!

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  6. Bem, vamos então pelos mesmos tópicos que o Pedro criou:

    CENÁRIO: Concordo, o cenário todo colorido tem um estilo que à primeira vista só me lembrou de Restart.Para mim CQC é sempre escuro, cores escuras.Estes Temas da vinheta e tudo mais não tem nada de futurístico, como disseram.Toda aquela poluição visual não me agradou.
    Tem ainda o "Olho que tudo vê", que ainda que eu concorde que são idiotas os que ficam achando ruim, não deveriam ter colocado - justamente por causa destes idiotas.
    As siglas realmente ficaram toscas. Proteste já como PJA ficou ridículo.
    Acho que o quadro do Tas não vai passar direto por falta de tempo talvez, o que vai ser bom pois assim não cansa.
    Identidade Nacional foi muito bom, tomara que continue evoluindo...
    Quanto ao Oscar filho no Proteste eu tenho muitas esperanças, acho que só por que ele cobria eventos fúteis não significa que ele não tenha capacidade. Ele não era bem aproveitado.

    Aquelas materias de carnaval poderiam ser substituídas por algo mais legal que marcasse como um 1º programa do ano.

    Já o Danilo em Brasilia não é de se espantar, todos sabemos que quando ele está em cena com um político ele é o melhor.Quase que sem excessões.

    Concordo em relação ao O Povo quer saber mas acho que o Top Five não foi aquela Pepsi toda não. E Matérias futebolísticas raramente me agradam então..

    PARTICIPAÇÃO DO RONALDO: Não acho que tenha sido grande coisa, com a Palmirinha funcionou, com o Ronaldo... Nem tanto.O tempo que eles poderiam fazer piadas com as matérias eles deixaram para o Ronaldo falar.

    EM SOMA: Para um primeiro programa, eu esperava mais.

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  7. Concordo com quase tudo que o Pedro mencionou na análise, com excessão da guerra de laranjas e do carnaval.
    Não liguei em nenhum momento, para a atuação de Rafael Cortez como repórter, justamente pelo tema da matéria.
    Outrora não me incomodaria com isso, se alguns países não passassem tanta fome no mundo, para um bando de imbecis se jogarem comida. Com o recente desastre japonês e a excassez de comida por lá... Fico pensando como seria a cara de um jovem africano desnutrido com uma daquelas laranjas na mão. Latementável o tema. Ou poderiam ter comentado isso..

    E o carnaval não precisa nem dizer... mais da metade dos entrevistados estava bêbada.
    E houve um entrevistado, político, que por sinal me desperta certa simpatia no congresso por ter bons argumentos e nenhuma acusação, que disse que carnaval não se faz coisas sérias. Coisas sérias só depois da quarta-feira de cinzas. Novamente lamentável. Isso só mostra como o Brasil pára para essas festividades e não leva o trabalho a sério. Ainda mais vindo de um político que quase não faz nada.

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  8. Bem... vamos lá... na minha opinião...

    1º Identidade Nacional: muito fraco... a estória do braço quebrado já foi " pegadinha" em outros programas... a da garota menor grávida então... sem graça e sem propósito, mostrar um cara "casado" saindo com uma menor... tá cheio disto e todo mundo já sabe o final... precisa realmente mostrar isto???

    2º Marco Luque: de 10 coisas que fala, 8 tem a ver com "sexo ou pegador"... já cansou... falar de laranjada, fama de pegador... cansa... ele é melhor que isto...

    3º Ficar falando de "pau", pegar no "pau", se o Ronaldo já tinha pego, enfim, qual é a graça??? Como um programa que tem um quadro e que tem sua audiência com crianças fica falando em alto e bom tom em "pau"... também acho que não precisava...

    4º Gostei muito da escolinha do Tas, do Oscar no proteste já, do Danilo em Brasília, Monica Iozzi arrasou(tá muito bem, se não for a melhor atualmente...)


    Como tudo, precisa acertar alguns pontos, mas na média foi bem...

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  9. eu não achei o programa fraco eles estão de parabéns que continua assim

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  10. Acho que o CQC estreou sim com o pé direito, mostrou algumas novidades, resgatou quadros antigos, porém com outro nome e conseguiu, no meu ponto de vista, alcançar a expectativa da estréia da nova temporada, misturada um pouco com a falta e a saudade que o CQC deixa quando sai do ar.
    O cenário por ser colorido e cheio de informação tira a atenção, várias vezes me vi distraída olhando o que se passava atrás da bancada e deixei de ouvir o conteúdo e entender as piadas e as apresentações das matérias.
    A participação do Ronaldo foi fraca porque não tinha como não ser, ele nunca foi apresentador, fala pouco e sentar naquela bancada não deve ser nada fácil.
    O quadro do Marcelo Tas é fraco e não tem nada a ver com o formato do CQC, senti uma atuação muito forçada. Talvez, devesse passar mais cedo, mas, para um programa de TV é sempre bom, para manter a audiência, começar com quadro ou matéria que atraia e mantenha a atenção do público, então acho que ele pode ter o mesmo destino que o quadro do Luque, sair do ar com o tempo.
    Danilo e Oscar tiveram as melhores matérias do programa e, eu sinceramente, tenho vontade de mudar de canal quando vejo que o Andreoli vai para mais uma matéria sobre futebol, só não mudo porque gosto de futebol e ele sempre consegue fazer matérias divertidas.

    PS:O layout ficou muito bonito e organizado, parabéns aos envolvidos nas mudanças!

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  11. eu curti o programa e a analise so nao gostei de ter chamado o oscar filho de peso morto , é um grande insulto sendo que ele é muito foda, nao era ele que escolhia as materias eram as materias que a produção davam para ele cobrir e agora com o proteste ja todos vao poder ver o pequeno ponei em ação livre para fazer as materias do seu jeito

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  12. Bem, na minha opinião:
    - Para começar, não gostei das transições ente um quadro e outro. Por que toda hora pararece o "olho que tudo vê"? Isso é coisa da Maçonaria.

    - O cenário de tão colorido tah confuso. É tanta informação que não se sabe para onde olha.

    - O TOP FIVE, para um retorno de temporada, foi bem fraquinho. Já teve melhores...

    - O Grupo Escolar CQC é um quadro para crianças? Então pq passou depois da meia-noite?

    - Daqui a pouco Felipe Andreoli vai virar sinônimo de futebol no dicionário, de tanto q ele faz matéria sobre isso. Gente, existem outros esportes!!!

    - Os destaques do programa foram, sem dúvida, Oscar Filho, Danilo Gentili e Rafinha Bastos.

    Bem é isso!!!

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