quinta-feira, março 31, 2011

Marcelo TAS fala sobre a repercussao do Caso Bolsonaro


Durante entrevista ao programa “Jornal em Três Tempos”, da Radio Bandeirantes, o líder do CQC, Marcelo Tas, comentou sobre a polêmica entrevista do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) ao quadro “O Povo Quer Saber”. O jornalista se mostrou surpreso com a repercussão do caso, já que o quadro foi exibido sem alarde, próximo do encerramento da atração.

“Eu acredito que está faltando debate sobre o assunto, por isso tem tanta gente querendo dar a sua opinião. Vejo, porém, que no nosso país existe uma carência profunda de conviver com quem não pensa igual a gente. A gente não admite confronto de ideias”, considerou ele, completando: “Estou vendo reações altamente agressivas com relação a esta notícia. Tanto dos que defendem como dos que criticam. As pessoas estão agindo com a mesma truculência e cegueira dele [Bolsonaro].










Tas continua a discussão sobre o tema afirmando que ficou surpreso também pelo fato do deputado ter sido eleito pelo povo.

“Ele foi votado por mais de 120 mil fluminenses. O Bolsonaro representa milhares, se não milhões de brasileiros. O que ficou muito claro, para mim, é que no Brasil tem uma população muito grande que se entusiasma com as ideias dele. E é aí que temos de ter consciência para não crucificar apenas o deputado."

Falando especificamente sobre a agressão verbal à cantora Preta Gil, o jornalista voltou a dizer que acha inadmissível a maneira como o parlamentar respondeu à pergunta da filha do músico Gilberto Gil.

Fonte Blog Oficial do CQC
Posted By: CQC Blog

Marcelo TAS fala sobre a repercussao do Caso Bolsonaro

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9 comentários:

  1. o jornalismo do brasil está um lixo, tudo é manipulado, esse país é uma merda... nós somos marionetes... o ÚNICO DEPUTADO JUSTO está sendo vítima de perseguição... basta saber quanto foi pago ao programa para fazer tal coisa.

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  2. Acho que o Tas tá querendo, digamos, tergiversar sobre aquilo mesmo que o programa faz continuamente: desrespeitar as pessoas, invadir sua privacidade, usar de ironias sarcásticas e coisas do gênero. Acredito que Tas e rafinha bostas são da mesma laia do Bolsonaro...e o programa deveria ser denunciado tbem..

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  3. Tas, vc foi imparcial nesse episódio e se não o foi, não deveria ter dito que o deputado não entendeu a pergunta ou qq outra coisa, deveria isso sim, procurar o deputado antes de veicular a entrevista, pois só um burro não perceberia que a resposta não casou com a pergunta, ok. Vc não precisa baixar o nível do CQC para polemizar um tema tão delicado.

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  4. O coitado do deputado caiu numa armadilha montada pela turma do CQC pq botar a Preta Gil para fazer essa pergunta é o fim da picada por ser ela capciosa e tem imbutida uma pegadinha. Pergunto, pq ela queria saber a opinião dele sobre a cor da pele de uma pessoa, se ela mesma sente na pele o que é cultural no Brasil, mesmo que de forma velada, não adianta tapar o sol com peneira e nem ficar esperneando, chorando o leite derramado. Todos temos direitos iguais perante a lei, mas distorcê-la para beneficiar uma minoria é o apocalipse.

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  5. Coitado do deputado?? Tenha dó, este suíno já vinha fazendo discursos preconceituosos há muito tempo... Se houver justiça no mundo este porco será caçado.

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  6. Nunca colocaria o nome do meu filho de Anônimo. Todo mundo chamado Anônimo gosta de ter ideias fortes e é sempre agressivo, mas nunca está pronto para defender e assumir, muito menos assinar o ponto de vista.

    Quanto à declaração do Tas sobre a falta de confronto de ideias e sobre a influência do CQC, sendo um programa de humor, eu peço a ele que entenda a importância absurda do humor no Brasil. Já se diz na Itália que é "brincando que se diz a verdade". Nos EUA, o Obama sua frio até saber o que Seth Meyers aprontou no Weekend Update. O humor é tipo mais refinado de inteligência e o brasileiro tem uma inteligência latente que nem um sistema de educação apedrejado e detonado como o nosso conseguiu destruir. Informação é luz. Humor é brilho. Bolsanaro saiu da penumbra graças a vocês do CQC. Peço a Deus por todos os humoristas e sei que vocês estão protegidos. Trevas não vencem a luz nem a pau. Não se desaprende a ler, não se desaprende a pensar. Basta um empurrãozinho para a luz que a cegueira da gente acaba.

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  7. Marcelo (monstro da) Tas(mania)... deixe de ser ridículo... chega a ser infantil essa super promoção que vc e Preta Gil estão buscando com essa polêmica idiota que o CQC levantou ... tá na cara que aquele homem não gosta de Preta Gil (nem eu) e respondeu sem escutar (foi esse o erro dele) mas ele não foi racista e nem homofóbico, ele cria os filhos dele do jeito que ele quiser... Vocês deveriam levantar polêmica com o nojento, asqueroso do Boris Casoy que depreciou os garis e continua no ar.
    Por que pro caso do Boris vocês não dão importância? Porque ele trabalha na mesma emissora que vocês e porque a Preta Gil é mais importante que um gari? Hipócritas!!!

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  8. boa noite,como assessor de imprensa do clube atletico linense da cidade paulista de lins,ficamos tristes em ver e ouvir a comparaçao pejorativa do linense em quadro deste programa,para conhecimento o linense terminou campeonato na 14 posiçao,nao sendo rabaixado,enquanto clubes de cidades maiores cairam de divisao,ressalto ainda que o clube atletico linense representa a regiao centro oeste de sp além de uma regiao e a cidade de lins torcendo pelo clube,desde já me coloco a disposiçao.

    reginaldo macalé-assessor de imprensa do clube atletico linense da cidade de lins.

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  9. CQC usa o humor para invadir a vida alheia. Aproveita-se dos erros dos políticos (os quais ninguém aprova) para se posicionar como "justiceiros", enquanto isso, engana seu público (que estão receptivos, em estado de "graça"). Empurram sua "opinião formada" garganta abaixo das pessoas, chegando a utilizar até mensagens subliminares.
    O Bolsonaro pode ter excedido ao "xingar" (?) Preta Gil e também não é certinho. Mas ele foi ELEITO.
    O CQC foi eleito por quem para ser "o justiceiro"? Por ninguém.
    A opinião de Marcelo Tas não é a minha. É a sua?
    Eu sou mais o Bolsonaro.

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