terça-feira, junho 21, 2011

Analise do CQC 143 - por Pedro Rech


Saudações, leitores incultos. Se o CQC da semana passada (aparentemente, apenas na opinião do humilde analista que vos fala) foi fraquíssimo, o dessa semana não se saiu tão melhor assim. Marcelo Tas, em sua primeira fala no programa desta segunda-feira, afirmou categoricamente que seria a melhor edição do ano até aquele momento. Não poderia ter passado mais longe disso. Entenda a seguir.



Pontos Altos: 
Nos panteão das matérias dessa semana, assustadoramente reduzido, diga-se, em primeiro lugar é preciso citar o sempre espetacular “Controle de Qualidade”, dessa vez, facilitando a vida de nossos queridos parlamentares com questões de nível escolar. Uma pena que, mesmo assim, os cérebros continuam com capacidade reduzida nos corredores do planalto.

Indo em frente, nada mais elementar também do que citar o sempre sensacional “Documento da Semana”, dessa vez, sobre a questão da hierarquia no trânsito. Tema batido, todavia, abordagem primorosa (um bônus especial aqui para o extremamente bem bolado, em termos visuais, segmento onde a câmera aérea registrava as barbaridades do tráfego paulistano).

Também primordial enquadrar aqui mais um espetacular “Proteste Já”, dessa vez, sobre irregularidades no abastecimento de água em Osasco, SP. Por fim, só me resta citar simplesmente o melhor “Top Five” do ano (e, curiosamente, o único até agora que Tas não declarou ser o melhor do ano), e o sempre válido “#Correndoatrás”, que eu vergonhosamente esqueci de mencionar na análise da semana passada. Sinto muito.


Pontos Intermediários: 
Aqui, será citado praticamente 80% do programa desta segunda-feira. Em primeiro lugar, claro, figura aqui a matéria de Felipe Andreoli no São Paulo Fashion Week, matéria engraçadinha, apenas.

Em frente, um momento ao qual eu nunca pensei que veria em vida: a estréia do aguardado quadro “Resta Um”, na sua primeira edição com a segunda cobaia oficial do CQC (sendo a primeira o senador Eduardo Suplicy), Agnaldo Timóteo. Verdade seja dita, o quadro tem muito potencial, porém, graças a um Timóteo menos “polêmico” que o de costume, e com a apresentação de um Danilo Gentili pouco inspirado, essa estréia foi, na melhor das hipóteses, média. Edições melhores virão, espero.

Novamente, eis aqui o camarada Andreoli, pela primeira vez cobrindo uma partida da seleção brasileira de vôlei. A iniciativa foi válida, e cobrir uma partida de vôlei sob a ótica de um Brasil bitolado pelo futebol foi uma boa sacada, mas não adianta, matérias esportivas desse gênero nunca angariam grandes momentos.


Aqui, mais quadros fixos do programa: primeiro, o “Identidade Nacional”, que anda em uma preocupante crise existencial: por um lado, não está sendo (e nunca o foi, na realidade) sério o suficiente para render reflexões profundas sobre o comportamento do cidadão brasileiro, por outro lado, não anda sendo pastelão o suficiente para se salvar por meio da vergonha alheia que o quadro normalmente gerava. Preocupante. O outro quadro fixo que me resta citar aqui, como não poderia deixar de ser, é o “O Povo Quer Saber”, que graças aos convidados da semana, a banda NX Zero, teve teor de graça beirando a porcentagem nula.

E, finalmente, me vejo com a triste incumbência de citar a matéria de meu grande amigo, Rafael Cortez, na festa Skol Sensations (matéria publicitária é apelido). Creio que maiores explicações para tal colocação sejam desnecessárias. Sr. Cortez, é seu dever culpar a produção do CQC pela sua aparição recorrente aqui nos pontos intermediários. Caso semana passada sua matéria em Brasília tivesse sido exibida, como o prometido, você teria tido um lugar de honra reservado na parede da memória dos grandes momentos do CQC. Como não é o caso, precisamos nos contentar com o que temos.

Pontos Baixos: 
Vocês, queridos e inexistentes leitores, ainda possuem alguma dúvida? É claro que eu não poderia deixar de colocar aqui o meu querido “CQTeste”, dessa vez, com o deus das piadas de tiozão, Carlos Alberto de Nóbrega. Aliás, notaram que Kleber Bambam não está figurando no ranking oficial do quadro? Não que isso signifique muito, mas, que lástima, Sr. Cortez. Fizeram a besteira e agora tem vergonha de assumir a pontuação de Bambam? Lamentável.


Nota: 7
Audiência: O CQC marcou 6 pontos de média, pico de 8 e participação de 12%
E vocês, leitores incultos? O que acharam do programa desta segunda-feira? Que tal um bolão para apostarmos em quem vai ser o integrante do CQC que será assassinado por um político em breve? Bom, se bem que todos devem saber que será o Gentili, claro. Deixe sua opinião ali nos comentários e vamos celebrar a democracia porque, pelo menos por enquanto, a internet ainda é um espaço livre do controle governamental. Até semana que vem!

Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal: @pedroffr




Leia todas as análises do CQC escritas pelo Pedro http://www.cqcblog.com/analise do cqc

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Um comentário:

  1. Eu pessoalmente gostei muito do programa de ontem. Achei a matéria do volei boa e a matéria no SPFW começou fraquinha mas aos poucos foi melhorando. Emfim... está é a minha opinião

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