terça-feira, setembro 20, 2011

Analise do CQC 156 - por Pedro Rech



Saudações, leitores incultos. O CQC desta segunda-feira, tendo sido excepcionalmente simples, irá exigir, por sua vez, uma análise excepcionalmente simples também. Claro que o “simples” aqui não é necessariamente ruim, afinal, foi um programa básico: futebol, política e premiações. Nada exatamente ruim, e nada exatamente genial. Um programa, em suma, medíocre, mas muito mais no sentido de “médio” do que do que o contexto depreciativo no qual a palavra é normalmente usada em nossa vida cotidiana. Sem mais, às considerações.


Pontos Altos:
No panteão de matérias da semana, só o óbvio: a matéria de Mônica Iozzi no lançamento do livro “Os Últimos Passos de Um Vencedor”, sobre o falecido José Alencar, além de um elemento estranho a estes pontos altos, o bom e velho Felipe Andreoli, na convenção do PMDB, focando principalmente na queda dos ministérios do governo Dilma. Ambas pautas políticas, na ausência de expressão melhor, bem feitinhas.

Indo em frente, é claro que não poderia faltar aqui a matéria que ultrapassou todos os limites das piadinhas vagabundas e da vergonha alheia que só nosso bom amigo e leitor Rafael Cortez poderia nos proporcionar: sua cobertura do evento da UFC em Manaus. Palmas a ele. Também é claro que não poderia faltar aqui mais um sensacional “Proteste Já”, dessa vez seguindo a linha das “resoluções”. Destaque para a sensacionalmente desnecessária, mas nem por isso ruim, ficção estrelada por Sofia Reis para justificar os “retornos”.

No mais, outras obviedades aqui: a matéria de Mônica Iozzi no prêmio “Comunique-se”, o “Top Five”, que nem de longe foi o melhor do ano, Sr. Tas, e o sempre vital “#correndoatrás”.


Pontos Intermediários:
Aqui, figuram duas matérias, apesar de diametralmente distantes, idênticas nos motivos pelas quais figuram aqui: a matéria de Rafael Cortez no prêmio Contigo de Cinema e a matéria de Oscar Filho (após anos de exclusividade para com o “Proteste Já”), emulando a atuação de Cortez no aniversário de carreira e gravação do DVD da dupla Zezé di Camargo e Luciano. Ambas matérias inúteis, todavia, divertidas.

Além disso, só me resta citar aqui os quadros fixos, o “Resta Um” com Ronaldinho e o “O Povo Quer Saber” com Zico, mornos, apenas.


Pontos Baixos: 
Aqui, dois homens de extremos: Felipe Andreoli e Rafael Cortez. De extremos, que fique claro, por ambos estarem simultaneamente nos pontos altos e aqui no fundo do poço. Andreoli por sua matéria no jogo Santos vs. Corinthians, a típica matéria futebolística que já não serve mais para nada, e Cortez, se alguém tem alguma dúvida, pelo sue bom e velho “CQTeste”, dessa vez com Fernandinho Beat Box.


Nota: 7

Audiência: O CQC marcou média 5,3 pontos no Ibope com pico de 7,6

E vocês, leitores incultos? O que acharam do programa desta segunda-feira? Há algo mais a ser acrescentado sobre um programa tão básico como o foi este? Deixe sua opinião ali nos comentários e vamos celebrar a democracia porque, pelo menos por enquanto, a internet ainda é um espaço livre do controle governamental. Até semana que vem!



Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal: @pedroffr

Leia todas as análises do CQC escritas pelo Pedro http://www.cqcblog.com/analise do cqc

Outras postagens do CQC 156 http://www.cqcblog.com/CQC156

Posted By: CQC Blog

Analise do CQC 156 - por Pedro Rech

Share:

Post a Comment

Facebook
Blogger

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Orientações para a postagem de comentários do CQC Blog

Follow Us

Arquivo do Blog

Comunidade CQC Brasil

Postagens Populares

© CQC Blog - Custe o Que Custar All rights reserved | Theme Designed by Seo Blogger Templates