terça-feira, outubro 11, 2011

Analise do CQC 159 - por Pedro Rech



Saudações, leitores incultos. E eis que tivemos mais um CQC sem Rafinha Bastos, dando prosseguindo a mais estúpida situação já vivenciada pelo meio televisivo. Sobre isso, aliás, pouparei caracteres. Tudo o que o humilde analista que vos fala tinha a discorrer sobre o fato encontra-se aqui: http://www.cqcblog.com/2011/10/rafinha-bastos-e-insanidade-geral-do.html.

Não adianta nem analisar a participação do diminuto Oscar Filho na bancada essa semana, em substituição à Rafinha (não oficialmente, claro). Ele simplesmente não deveria estar lá, não nessas condições. Fica até difícil analisar o CQC como produto individual de cada repórter em meio a essa loucura. Aliás, mesmo se ela tiver um desfecho feliz, será difícil assistir ao programa com os mesmos olhos. Se uma qualquer como Wanessa Camargo provocou esse estrago, o que fará a direção da Band no que diz respeito à indivíduos mais graúdos? E imaginem o quanto já foi editado e censurado até hoje, já que a piada com Wanessa Camargo só foi ao ar, de fato, por ter sido proferida ao vivo. Seja como for, o especial de Dia das Crianças (tema que permeou o CQC dessa segunda-feira) foi uma iniciativa válida, o cenário estava bastante elegante e tentarei, daqui para a frente, fazer uma análise fria desconsiderando o caso Bastos. Ao trabalho, então.


Pontos Altos:
Começa o panteão da semana com ele, o “Documento da Semana”, dessa vez sobre fama na infância. Todos os méritos ao grande amigo e leitor Rafael Cortez no que diz respeito a essa matéria. E um breve adendo: Oscar Filho, na bancada, pode detonar a voz da miss que protagonizou o “Documento da Semana”, e Luque pode se esbaldar de rir, e não há problema. Agora, falar da Wanessa Camargo... Nada contra a piada claro, trata-se aqui da velha questão dos dois pesos e duas medidas.

Avançando, eis que temos aqui talvez o único momento verdadeiramente genial nessa temporada, talvez até mesmo dos últimos anos, e que, quem diria, não foi graças aos integrantes regulares. Estou falando, claro, do “Controle de Qualidade” protagonizado pela criança João Pedro. Foi, de longe, muito melhor do que qualquer um dos repórteres tradicionais, há de se acrescentar, e não só pela graça natural de se tratar de uma criança, é uma questão de talento mesmo. Ver um deputado dando às costas para uma criança não teve preço. Sua participação no programa foi tão genial que, por um momento, me fez esquecer o vexame da suspensão do Rafinha. Oro à Anúbis que ele de fato seja um novo membro do CQC. A esperança está nas crianças.


Em frente, só me resta citar, nesse programa carente de pontos altos, o espetacular “Proteste Já” e o “Top Five” especial de dia das crianças, sensacional como sempre, apesar da obviedade, no mal sentido, do primeiro lugar, e, por fim, o #Correndoatras.


Pontos Intermediários: 
Aqui, as matérias genéricas de sempre: Felipe Andreoli em algum jogo qualquer por aí, e que só se encontra nessa posição graças ao foco nas crianças, o que garantiu um mínimo de divertimento na reportagem. Outra matéria genérica igualmente salvo pelo foco na infância: Rafael Cortez em alguma festa de celebridades por aí. Mas Cortez é Cortez e é sempre engraçado. Por fim, temos o “Resta Um” com Sérgio Mallandro, o abrasileiro “Teste do Marshmallow” com Danilo Gentili, que foi tão inútil que não merece maiores considerações, o “O Povo Quer Saber” com Tiririca e mais uma matéria de Felipe Andreoli, agora em um festival de cinema por aí.

Desculpem-me a imprecisão na descrição das matérias anteriores, mas o fato é que a saída de Rafinha Bastos tira a paixão de qualquer um pelo CQC, e pela arte de fazer essas belas análises, conseqüentemente.


Pontos Baixos: 
Aqui, de praxe, o nem tão bom e nem tão velho “CQTeste”, dessa vez, com Fofão.

Nota: 7 
Audiência: O CQC teve média de 6 pontos no Ibope


E vocês, leitores incultos? O que acharam do programa desta segunda-feira? Há algo mais neste mundo de informação a se dizer sobre Rafinha Bastos? Deixe sua opinião ali nos comentários e vamos celebrar a democracia porque, pelo menos por enquanto, a internet ainda é um espaço livre do controle governamental. Até semana que vem!


Rech, nasceu na primavera de 1992 em Caxias do Sul, RS. Após concluir o ensino fundamental e médio sem grandes destaques, cursa jornalismo na Universidade de Caxias do Sul, igualmente sem grandes destaques. Quando criança gostava muito de assistir Chapolin e hoje considera o bacon a oitava maravilha do mundo. Twitter pessoal: @pedroffr

Leia todas as análises do CQC escritas pelo Pedro  http://www.cqcblog.com/analise do cqc 

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6 comentários:

  1. O CQC já estava indo mal, ainda mais com essa palhaçada que fizeram com o Rafinha... Quero deixar claro que acho que o Rafinha bastos passa dos limites inúmeras vezes, mas um programa como o CQC não pode censurar nenhum de seus discípulos... Isso só me faz ter certeza que fiz a melhor escolha.. Mudar de canal!

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  2. Franciny da silva mendes tubarao sc12/10/2011 00:03

    Acredito que sem o Rafinha Bastos o CQC vai perder muta audiencia....acredito eu que somos livres e podemos falar o que queremos... e foi isso que o rafinha fez...teve liberdade de expressão e acredito eu que como um programa humoristico... as pessoas que afastaram o rafinha não tem nada de humor em si proprios e são pessoas amargas... como sabemos a sensura acabou a muito tempo atrás, mas isso só aconteceu com algumas pessoas afff... chega de punição ao humor.

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  3. Se eu sou inculta não deveria postar e nem o Sr. perder o tempo em ler.
    Por obséquio, desconsidere este post.
    Um amplexo... ser que não faz uso da educação!

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  4. VAI TOMA NO CU....FALOU TUDO AI, ZUARO PRA CARALHO A VOZ DA MINI MISS..E O FDP DO MARCO LUQUE FALSO PRA CARALHO MORRENDO DE RIR!
    AGORA...SE A MINI MISS FOSSE FILHA DE NEGO MILIONARIO E AMIGUINHA DO RONALDO, AÍ É OTRA CONVERSA NÉ?... LIXO!

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  5. É impressionante como o CQC se rendeu ao que mais criticou. Rendeu-se ao piti de um empresário ofendido (mas amigão do Luque). Gente, merda por merda, é melhor ouvir as sandices do Rafinha, que pelo menos dá umas tiradas inteligentes (mas às vezes dá uns belos deslizes) do que ouvir a música e voz horríveis da Wanessa Camargo. Caramba!!! Se é para tirar do programa quem ofende ou fala besteira, caros diretores da Band, vcs terão que tirar todos! O Luque caiu em muito no meu conceito, fala besteira o tempo todo, faz palhaçada com a cara de todo mundo. Mas falou de amiguinho dele, ele se posiciona contra o colega. Por favor, né!!! Com essa hipocrisia toda, o CQC perdeu a identidade e perdeu telespectadores. Eu sou um! Tô fora, CQC nunca mais.

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  6. luque é um hipocrita ... nao faz porra nenhuma na bancada e quando faz fala de cadeirantes , deficientes fisicos etc .. agora falar mal da mulher do amiguinho nao pode ! quem luque pensa que é ? DEVERIA TER A CERTEZA E NAO PENSAR .. POIS É UM BABACA ! VOLTA RAFINHA E COME A BANCADA E A PESSOA QUE VC FALOU QUE COMIA .. RS

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