quarta-feira, dezembro 14, 2011

CQC em fase Paz e Amor?


Há pouco mais de um mês, o repórter do “CQC” Rafael Cortez publicou no site de um jornal paulista um mea-culpa sobre o dia em que levou um esporro de Maria Bethânia. No artigo, ele explicou como uma piada mal-elaborada fez com que ele ofendesse, sem querer, seu ídolo. Pedia desculpas públicas, num exercício de humildade nunca antes visto na história do humorístico. O texto logo caiu nas redes sociais.
(http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1012317-o-dia-em-que-errei-uma-piada-com-maria-bethania.shtml)

O episódio é emblemático de uma mudança que, silenciosamente, o programa da Band vem passando semana a semana. Longe de polêmicas após o afastamento de Rafinha Bastos e a saída definitiva de Danilo Gentili, que agora se dedicará exclusivamente ao talk show “Agora É Tarde”, o “CQC” agora quer levantar – e manter no mastro, lá em cima – a bandeira branca. É a fase “paz e amor” do humorístico.
Não é de se estranhar, portanto, que Rafael Cortez tenha se transformado no principal rosto do “CQC” desde então. Remanescente da primeira formação, preza pela discrição e não acumula episódios públicos de brigas com celebridades. Houve ali só um desentendimento com Paulinho Vilhena, outro com a mulher dele, Thaila Ayala (?). O fato é que Cortez é mesmo o cara mais político do “staff” do programa. E no melhor sentido da palavra.

Um relato de um amigo prova essa tese. Era noite de “VMB”, a premiação anual da MTV. Cortez encontra Wanessa Camargo nos bastidores e resolve se dirigir a ela. A essa época, a polêmica sobre o comentário feito por Rafinha Bastos sobre ela na bancada do programa (“comia ela e o bebê”, o que gerou dois processos, um criminal e um civil) estava no auge. Cortez foi pedir desculpas pela frase infeliz, sem fazer alarde. Os outros colegas que se manifestaram sobre o episódio preferiram fazê-lo abertamente. Marcelo Tas, líder da bancada, falou sobre o episódio em entrevistas. Marco Luque divulgou uma nota repudiando o tom da brincadeira. Nos dois casos, questionou-se se não foram obrigados a fazê-los por pressão comercial. O humorístico é líder de faturamento da emissora. Luque ainda dividia uma campanha publicitária com Ronaldo, sócio de Marcus Buaiz, marido de Wanessa.

Segunda-feira passada, o “CQC” bateu de novo a maior audiência do ano. Sete pontos, 13% de participação entre os televisores ligados. Difícil saber se é efeito dessa nova cara do programa. Fato é que, sem a baixaria, volta-se ao riso. Quem ganha é quem assiste.

Matéria de Juliana Alencar - Fonte: Rede Bom Dia (via As Últimas do CQC)

Tsc, Tsc
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3 comentários:

  1. Coitado do Rafa, sempre tão simpático, tão doce e, foi cometer uma "gafe" justo com uma das mulheres que ele mais admira! Maria Bethânia tem que perdoá-lo, não foi proposital, ele não vai conseguir viver em paz com esse "trauma" na vida dele!

    PS1: Eu confesso que já me acostumei a ver o CQC sem o Rafinha Bastos, mas, em A Liga, parece que tá faltando um pedaço, uma parte que esqueceram de exibir. Sinceramente, não queria que ele deixasse o programa!

    PS2: Já com o Danilo é justamente ao contrário, parece que vou sentir a falta dele eternamente no CQC, tô sempre esperando ele aparecer em alguma matéria e ele nunca aparece! Acho que ele deveria participar da bancada no último programa ao vivo do ano!

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  2. Também concordo com o cometário acima. Aostumei com o CQC sem Rafinha e acredito que esta fase de "mesmice" do programa não foi por causa de sua saída, mas sim que o programa já vem se arrastando há algum tempo.

    Quanto A Liga... Sinceramente, gostava de ver o Rafinha muito mais em A Liga do que no CQC. O programa ficou sem graça demais, parece qua falta algo, sei lá, ficou muito estranho. Nem dá mais vontade de assistir. Acho que vai perder audiência a partir do ano que vem sem ele.

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  3. Marcelo Rosa17/12/2011 12:37

    Bem no ramo deles é fácil cometer gafes, podemos dizer que o próprio Rafinha Bastos também o cometeu.
    Infelizmente agora temos que ver aquele revezamento irritante. Irritante pelo fato de alguns não terem a menor graça como "ancoras".
    Pior de todos: Felipe Andreolli, muito ruim e só serve pra babar ovo de jogadores de futebol.
    Oscar Filho, o cara é bacana, mais com aquele cabelão dele, deveria estar fazendo papel de seu Eugênio na escolinha do Gugu.
    Rafael Cortez sempre fez um bom trabalho, fica até legal.
    Monica Iozzi, agora sim! Ela fica muito boa na bancada, deixa bem mais bonito o cenário. Deveria ficar permanente (pelo menos até deixarem de frescura e voltar o Rafinha).

    Alias permita-me dar uma dica, já que não tem mais o Danilo Gentili, deveriam tentar negociar com a MTV e contratar o Bento Ribeiro, o cara tem maior pinta de CQC!

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